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Sofia Coppola: quase 100 horas da mãe viram documentário

Resumo

Sofia Coppola transformou nearly 100 horas de imagens feitas por sua mãe, Eleanor Coppola, em Making Marie Antoinette, documentário que estreia nos cinemas em 23 de outubro pelo Mubi. O filme revisita os bastidores da produção de Marie Antoinette, destaca o trabalho de figurino de Milena Canonero e funciona como homenagem à carreira documental de Eleanor, morta em 2024.

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Sofia Coppola: quase 100 horas da mãe viram documentário
Foto: Divulgação
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Sofia Coppola — a diretora que emergiu após o Oscar por Lost in Translation reapresenta agora o material que sua mãe gravou nos bastidores de Marie Antoinette, convertendo quase 100 horas de imagens brutas em um documentário que estreou nos cinemas em 23 de outubro pelo Mubi. O projeto mistura memórias familiares, artesanato de produção e a reavaliação de um filme que provocou reações divergentes na época.

Do arquivo da mãe ao filme: o que o documentário revela

O documentário Making Marie Antoinette nasceu a partir das fitas que Eleanor Coppola registrou em Versailles durante a filmagem da ficção protagonizada por Kirsten Dunst. O material valoriza detalhes do ofício, com foco em departamentos como figurino e arte, e em particular na vencedora Milena Canonero, que faturou o terceiro de seus quatro Oscars pelo trabalho no longa.

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Eleanor, cuja filmagem era parte de uma tradição familiar (ela já havia documentado, entre outros projetos, momentos ligados a Francis Ford Coppola), deixou o acervo que Sofia editou após a morte da mãe em 2024, transformando um arquivo pessoal em uma peça pública sobre processo criativo.

"Foi selvagem ver aquilo naquela tela grande; pensei: 'Meu Deus, as imagens vão se desfazer desse tamanho? Nunca as tinha visto tão grandes'."

Impacto sobre a carreira de Sofia e o lugar do filme hoje

Além da homenagem, Making Marie Antoinette funciona como um retrato de época e de carreira: Sofia tinha trinta e poucos anos na produção original e já acumulava o Oscar por roteiro de Lost in Translation; o documentário mostra a evolução dela até se tornar uma realizadora independente com liberdade criativa.

O filme também traz vozes em off — trechos do diário de Eleanor são lidos por Diane Lane — e permite revisitar a recepção inicial à produção estrelada por Kirsten Dunst, cuja atuação recebeu críticas na época e que hoje é reavaliada com mais apreciação.

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O que você acha? Essa homenagem familiar muda a sua leitura sobre Marie Antoinette? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Foto: Divulgação

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Perguntas Frequentes

Quando e onde Sofia Coppola lança Making Marie Antoinette?

Sofia Coppola lança Making Marie Antoinette nos cinemas em 23 de outubro, com distribuição pelo Mubi. O documentário é formado a partir de quase 100 horas de imagens gravadas por Eleanor Coppola nos bastidores de Marie Antoinette e foi editado por Sofia após a morte da mãe, em 2024.

O que há de mais valioso no material que Eleanor Coppola filmou?

Eleanor Coppola registrou cenas de bastidores que destacam o trabalho de artesãos e, em especial, o figurino de Milena Canonero, que conquistou o terceiro de quatro Oscars por Marie Antoinette. O arquivo inclui observações íntimas, cenas de produção e detalhes que não apareceram na montagem final do longa.

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Sofia Coppola pretende voltar a fazer ficção depois deste documentário?

Sofia Coppola tem manifestado vontade de retornar à ficção: depois de dirigir documentários recentes — incluindo Marc by Sofia — e de lançar em 2023 o filme Priscilla, ela disse que sente falta de criar mundos imaginários e planeja explorar projetos de ficção no próximo ano, preservando controle criativo e orçamentos mais enxutos.

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POR Marcos Antonio
Marcos Antonio

Advogado e colunista esportivo | Marcos Antonio é formado em Direito e atua como colunista esportivo do Diário da Mídia. Apaixonado por futebol, escreve análises e conteúdos sobre esportes com uma visão crítica, técnica e interpretativa dos acontecimentos.

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