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Solo Leveling: Chugong omitiu mitologia "Itarim" por ser sombria

Resumo

Solo Leveling ganhou uma revelação sobre seu universo: Chugong, criador da obra, revelou no novo livro de arte que um conceito de mitologia — os Itarim e um além-vida coletivo — foi deliberadamente deixado de fora da novel original por ser demasiado sombrio para o público jovem; a ideia aparece depois em Solo Leveling: Ragnarok e no videojogo Solo Leveling: Karma, com supervisão do autor.

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Solo Leveling: Chugong omitiu mitologia "Itarim" por ser sombria
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Solo Leveling — a franquia viveu uma decisão criativa que moldou sua mitologia: um conceito originalmente pensado pelo criador ficou de fora da novel para preservar o tom e o alcance da obra, e só voltou a emergir em projetos posteriores.

O corte que mudou a visão do além-vida

Chugong pensou num panorama cosmológico amplo, onde cada universo teria sua divindade conhecida como Itarim e as almas dos mortos se reuniriam num único além-vida partilhado. O plano trazia uma dimensão lovecraftiana, com entidades capazes de criar e destruir realidades.

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Ao avaliar o impacto dessa explicação na experiência de leitura, o autor optou por mostrar apenas o fenómeno — como Jinwoo ressuscita almas — e omitir a "razão" profunda, para não sobrecarregar a narrativa de fantasia e ação que atrai grande público jovem.

“Cada universo tem a sua própria divindade separada (o Itarim) e a sua própria humanidade, mas as almas dos mortos juntam-se todas num único além-vida partilhado. Quando concebi esse conceito e a razão por trás dele, perguntei-me de repente se seria mesmo necessário apresentar um conceito tão sombrio num género de fantasia e ação que atrai tantos leitores jovens. Depois de pensar bem, decidi retratar apenas o ‘fenómeno’ em si, omitindo a ‘razão’ específica, deixando os detalhes deste cenário como um mistério para todos. Acho que isso foi provavelmente o melhor a fazer”.

Do silêncio à retomada: como a franquia resgatou o conceito

Mesmo sem explicitar os Itarim na novel original, Chugong manteve a ideia como pano de fundo ao desenvolver Jinwoo como Monarca das Sombras, garantindo coerência temática. A decisão não diminuiu o sucesso da obra: Solo Leveling segue como o manhwa mais vendido de sempre.

O universo cortado voltou a ganhar atenção em Solo Leveling: Ragnarok, onde parte dessa mitologia passa a ser um fio condutor, e também no videojogo Solo Leveling: Karma, anunciado como canônico e com supervisão direta de Chugong. A expansão da franquia mostra que segredos guardados podem ser reintroduzidos com outro formato e público.

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Além disso, o impacto da obra no streaming mantém-se evidente: Crunchyroll figura hoje entre as plataformas que mais destacam o anime, ampliando o alcance das novas tramas.

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Perguntas Frequentes

Por que Chugong decidiu não incluir os Itarim em Solo Leveling original?

Chugong explicou no livro de arte The Art of Solo Leveling que o conceito dos Itarim e de um além-vida coletivo foi considerado demasiado sombrio para o público alvo da novel. A preocupação com leitores jovens levou o autor a mostrar o fenómeno sem descrever a razão cósmica por trás dele.

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Onde a mitologia dos Itarim voltou a aparecer no universo de Solo Leveling?

O conceito dos Itarim reaparece em Solo Leveling: Ragnarok, onde se torna um dos fios condutores da narrativa, e também foi explorado no videojogo Solo Leveling: Karma, este último anunciado como seguindo uma linha temporal canónica com supervisão direta de Chugong.

O corte da mitologia afetou o sucesso de Solo Leveling?

Apesar da omissão dos detalhes mitológicos, Solo Leveling manteve o sucesso comercial e crítico, sendo citado como o manhwa mais vendido de sempre, e o anime continua como destaque em plataformas de streaming, o que permitiu reintroduzir gradualmente elementos mais sombrios da mitologia.

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POR Vinicius Balbino
Vinicius Balbino

Editor-chefe | Vinicius Balbino é editor-chefe do Diário da Mídia, responsável pela revisão, curadoria e publicação dos conteúdos jornalísticos. Atua na supervisão editorial do portal, garantindo qualidade, consistência e alinhamento com os padrões de publicação.

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