Suellen Carey — Após notar que chegava a passar entre 12 e 13 horas por dia no celular e no computador, a influenciadora trans colocou em prática um "menu de dopamina" por sete dias com o objetivo de reduzir acessos automáticos às redes, sem interromper as ferramentas que usa profissionalmente.
- Flash resumo: Em sete dias, Suellen trocou verificações impulsivas por atividades simples — café longe do aparelho, música sem notificações, caminhada, pedal e conversa — e decidiu manter parte da rotina.
Como funcionou o cardápio de pequenas escolhas
O experimento de Suellen consistiu em criar um cardápio de ações prazerosas e de fácil execução para interromper o impulso de abrir redes sociais sem motivo. A ideia foi escolher uma dessas atividades sempre que percebesse o acesso automático ao Instagram ou outras plataformas.
Por trabalhar com internet, Suellen manteve as plataformas necessárias ao trabalho ativas; a proposta não foi abandonar a rede, mas reaprender a decidir quando e por que abrir o celular, distinguindo trabalho de hábito.
“Eu não quero demonizar o celular porque minha vida e meu trabalho também estão ali. Quero voltar a decidir quando vou usar, em vez de perceber horas depois que fiquei presa na tela.”
O dia a dia da experiência e o resultado imediato
Na prática, Suellen optou por ações como tomar café longe do celular, ouvir música sem acompanhar notificações, caminhar, pedalar, cozinhar e conversar com outras pessoas sem consultar as redes. Ao identificar tédio ou impulso, ela escolhia uma atividade do cardápio antes de olhar o aparelho.
Depois dos sete dias, a influenciadora avaliou manter parte das escolhas na rotina por perceber menos consultas automáticas às notificações, sem cortar sua presença profissional online. A experiência serviu para mapear gatilhos e criar alternativas concretas ao hábito.
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Perguntas Frequentes
Como funcionou o "menu de dopamina" que Suellen Carey testou por sete dias?
Suellen Carey testou um "menu de dopamina" durante sete dias para reduzir acessos automáticos às redes. O cardápio incluiu atividades como tomar café longe do celular, ouvir música sem notificações, caminhar, pedalar, cozinhar e conversar — escolhas acionadas sempre que a influenciadora percebia o impulso de abrir o Instagram.
Quanto tempo por dia Suellen Carey dizia passar no celular antes do experimento?
Suellen Carey relatou que chegava a passar entre 12 e 13 horas por dia no celular e no computador, dado que motivou o experimento. Essa constatação levou à tentativa de separar o tempo de trabalho do uso impulsivo, sem desativar as plataformas necessárias à sua atividade profissional.
Quais atividades integraram o cardápio aplicado por Suellen Carey?
O cardápio de Suellen Carey trouxe ações concretas: tomar café longe do aparelho, ouvir música sem acompanhar notificações, caminhar, pedalar, cozinhar e conversar sem checar o telefone. Durante os sete dias, ela escolhia uma dessas alternativas sempre que detectava acesso por tédio ou impulso.
A experiência de Suellen Carey exigiu desligar redes sociais ou apps de trabalho?
A experiência de Suellen Carey não exigiu o desligamento das plataformas profissionais; ela manteve redes e ferramentas essenciais ao trabalho enquanto reduzia o uso não profissional. O foco foi ajustar hábitos: manter o trabalho online e controlar checagens automáticas por tédio.
Suellen Carey manteve algo do teste após completar os sete dias?
Após completar os sete dias, Suellen Carey decidiu manter parte das escolhas do menu de dopamina, relatando perceber diferença no controle do hábito. Ela deixou claro que não busca demonizar o celular, mas quer recuperar a autonomia de decidir quando usar o aparelho.
Gloria Maria
