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Super Smash Bros. lidera os 7 crossovers mais icônicos dos games

Resumo

A lista reúne sete crossovers históricos dos videogames, incluindo Super Smash Bros., Kingdom Hearts, Fortnite, Marvel vs. Capcom, RoboCop Versus The Terminator, Mario & Sonic nos Jogos Olímpicos e Mortal Kombat vs. DC Universe. O texto destaca lançamentos e parcerias citadas de forma factual — como versões em Mega Drive (1994), Wii (2007) e colaborações que seguiram até 2018 — e avalia o impacto de cada encontro entre universos.

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Super Smash Bros. lidera os 7 crossovers mais icônicos dos games
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Super Smash Bros. — Mais que uma reunião de mascotes, o encontro de franquias nos games virou referência para como diferentes universos podem conviver em um mesmo título, criando experiências inesperadas e moldando comportamentos de jogadores. A lista abaixo reúne sete crossovers que marcaram gerações e mostram tanto acertos quanto riscos dessas misturas.

Crossovers que definiram expectativas e riscos

Super Smash Bros. nasceu da vontade de Masahiro Sakurai de tornar os jogos de luta mais acessíveis e divertidos, juntando personagens como Kirby, Pikachu, Link e Mario em batalhas de plataforma. A série cresceu ao ponto de incluir participações de terceiros no Ultimate para Nintendo Switch.

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Kingdom Hearts misturou Sora com mundos da Disney e elementos de Final Fantasy, com Sora, Pateta e Pato Donald como centro narrativo. Já Marvel vs. Capcom começou cedo nos arcades com X-Men vs. Street Fighter e gerou uma franquia de oito títulos, embora o último lançamento citado, Marvel vs. Capcom Infinite, tenha estreado em 2017 com críticas importantes.

No Ultimate para Nintendo Switch, Super Smash Bros. expandiu o elenco com personagens de terceiros como Steve (Minecraft), Banjo‑Kazooie e Kazuya Mishima (Tekken), consolidando o jogo como um ponto de encontro entre franquias.

Experimentos que mudaram mercados e narrativas

Fortnite ilustra o potencial comercial e cultural dos crossovers: a Epic Games trouxe Vingadores: Guerra Infinita ao jogo em 2018 e acumulou parcerias com DC, Naruto, Dragon Ball, Sonic, Kratos, artistas como Travis Scott e Ariana Grande, e até transmedia em quadrinhos.

RoboCop Versus The Terminator, lançado no Mega Drive em 1994, baseou‑se na minissérie em quadrinhos de 1992 escrita por Frank Miller e desenhada por Walter Simonson. Mortal Kombat vs. DC Universe, lançado em 2008 para PlayStation 3 e Xbox 360, foi o último título da Midway antes da transição para NetherRealm e motivou caminhos separados: Mortal Kombat renovou a série e a NetherRealm desenvolveu Injustice.

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O que você acha? Você vê os crossovers como oportunidades criativas ou riscos comerciais para franquias clássicas? Para acompanhar mais sobre jogos, cinema e séries, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

O que é Super Smash Bros. e por que ele é considerado um crossover tão influente?

Super Smash Bros. é uma franquia da Nintendo criada por Masahiro Sakurai que reuniu mascotes como Mario e Pikachu em lutas de plataforma. A série inovou ao misturar elencos de estúdios, inspirando um subgênero: o título Ultimate para Nintendo Switch passou a incluir personagens de terceiros, aumentando a escala das participações.

Quais personagens de outras franquias apareceram em Super Smash Bros. Ultimate?

Em Super Smash Bros. Ultimate, o elenco foi ampliado para além das propriedades da Nintendo, incluindo nomes como Steve, de Minecraft, Banjo‑Kazooie e Kazuya Mishima, de Tekken. Essas adições a um título central da Nintendo demonstraram o alcance das parcerias entre estúdios e a abertura a personagens third‑party.

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Como Super Smash Bros. influenciou outros jogos de luta em plataforma?

A influência de Super Smash Bros. se nota na criação de um subgênero que combina plataformas e combate; franquias e títulos como Brawlhalla e Rivals of Aether adotaram a fórmula, enquanto casos problemáticos como MultiVersus mostram os riscos ao misturar elencos distintos sem coesão mecânica ou de público.

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POR Thiago Nogueira
Thiago Nogueira

Redação e cobertura geral | Thiago Nogueira faz parte da equipe de redação do Diário da Mídia, cobrindo atualidades, cultura pop e temas de interesse geral. Produz matérias informativas com linguagem acessível e direta.

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