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The Legend of Zelda: 6 jogos que mudaram para sempre os videogames

Resumo

A franquia The Legend of Zelda teve papel determinante na evolução dos videogames, com seis títulos apontados como marcos: The Legend of Zelda (1986), Ocarina of Time (1998), Majora’s Mask (2000), Skyward Sword (2011), A Link Between Worlds (2013) e Breath of the Wild (2017). Cada jogo introduziu mecânicas — de mundo conectado a controles por movimento e sistemas climáticos — que influenciaram estúdios e geraram remakes e remasterizações.

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The Legend of Zelda: 6 jogos que mudaram para sempre os videogames
Foto: Divulgação
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The Legend of Zelda — a série não é apenas nostalgia: ela moldou padrões técnicos e narrativos que se perpetuam em jogos contemporâneos. Nesta lista, seis lançamentos são destacados por terem introduzido recursos que mudaram expectativas de jogadores e desenvolvedores, do primeiro Nintendinho até o Switch, com impactos que vão de design de mundo a controles físicos e ciclos de tempo.

Por que esses seis títulos viraram referência

Cada jogo citado introduziu uma inovação concreta que acabou virando referência para outros estúdios. O original de 1986 consolidou o conceito de aventura contínua em mapas conectados; Ocarina of Time (1998) definiu padrões para aventuras 3D com trava de mira e ciclo dia/noite.

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Majora’s Mask (2000) trouxe rotinas de NPCs e um calendário jogável que intensificou imersão; Skyward Sword (2011) experimentou controles por movimento para dar sensação de "ser" o herói. Em 2013, A Link Between Worlds ofereceu transição fluida entre 2D e 3D com mecânica de entrar nas paredes; Breath of the Wild (2017) repensou mundo aberto com clima, física e exploração emergente.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time (1998) introduziu a trava de mira e um ciclo de dia e noite que passaram a ser referência em aventuras tridimensionais.

Legado e próximos passos da franquia

O impacto prático desses jogos é visível: designers adotaram sistemas ambientais, estruturas de mundo interconectado e mecânicas de interação que nasceram ou foram popularizadas na série. Breath of the Wild, por exemplo, inspirou jogos com mapas vivos e física emergente, gerando títulos comparados publicamente desde 2020.

A Nintendo foi a plataforma onde muitas dessas experiências estrearam, com lançamentos no NES, Nintendo 64 e Wii, e remasterizações posteriores para consoles como o Switch. Além disso, a série segue recebendo atenção: uma nova versão de um dos marcos foi anunciada para novembro de 2026.

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Perguntas Frequentes

Quais são os seis jogos de The Legend of Zelda apontados como revolucionários?

The Legend of Zelda lista seis títulos centrais: The Legend of Zelda (1986), The Legend of Zelda: Ocarina of Time (1998), Majora’s Mask (2000), Skyward Sword (2011), A Link Between Worlds (2013) e Breath of the Wild (2017). Cada um aparece por inovações técnicas ou de design que influenciaram gerações subsequentes.

O que tornou The Legend of Zelda: Breath of the Wild tão influente na indústria?

The Legend of Zelda: Breath of the Wild, lançado para Switch e Wii U em 2017, foi considerado revolucionário por combinar mundo aberto com clima dinâmico, temperatura, física de objetos e templos escondidos, criando exploração emergente. Essas escolhas técnicas e de design inspiraram jogos posteriores e forneceram referência para adaptações e clones.

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Quando sai a nova versão de Ocarina of Time mencionada e o que muda?

The Legend of Zelda: Ocarina of Time terá uma nova versão programada para novembro de 2026, segundo anúncios públicos. A iniciativa visa modernizar gráficos e adaptar controles mantendo as mecânicas clássicas como a trava de mira e o ciclo dia/noite, preservando o impacto que o original teve em aventuras 3D.

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POR Mariana Costa
Mariana Costa

Editora de conteúdo e atualização de notícias | Mariana Costa atua na produção, apuração e atualização de conteúdos do Diário da Mídia. Especializada em entretenimento, televisão, streaming, celebridades e tendências digitais, acompanha os principais acontecimentos em tempo real para entregar notícias precisas, contextualizadas e relevantes aos leitores.

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