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Tijuana, Todavía disputa o Queer Lion de Veneza com orçamento de €200 mil

Tijuana, Todavía — um filme mexicano que transformou restrições financeiras em força narrativa, agora figura entre os concorrentes ao Queer Lion no...

Tijuana, Todavía disputa o Queer Lion de Veneza com orçamento de €200 mil
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Tijuana, Todavía — um filme mexicano que transformou restrições financeiras em força narrativa, agora figura entre os concorrentes ao Queer Lion no Festival de Veneza, e coloca no centro a trajetória de um jovem gay refugiado que fugiu da Rússia para escapar do alistamento.

  • Flash resumo: Produzido com uma bolsa de €200.000, o longa foi desenvolvido em 10 meses pelo Biennale College – Cinema e acompanha Maksim, um refugiado russo, e Chava, um homem gay de meia-idade em Tijuana.

Do limite orçamentário à vitrine internacional

A produção de Tijuana, Todavía nasceu com recursos enxutos: uma bolsa de €200.000 (cerca de US$234.000) e um cronograma apertado que exigiu disciplina criativa. O projeto foi parte do programa de formação Bemnale College – Cinema, que ofereceu 10 meses para desenvolver, filmar e finalizar o filme.

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O resultado garantiu ao título uma vaga na 83ª edição do Festival de Veneza, onde disputa o prêmio Queer Lion, ampliando o alcance do cinema mexicano independente e apontando para questões contemporâneas sobre migração e sexualidade.

“Nem mesmo os menores filmes no México são feitos com um orçamento tão pequeno, mas ao mesmo tempo todas essas restrições tornaram a experiência muito alegre.” — Humberto Busto

Roteiro e realidade: refugiados, elenco e a borda da cidade

Tijuana, Todavía se passa na cidade que dá nome ao filme e explora a relação entre Maksim, um jovem que fugiu da Rússia para evitar o recrutamento na guerra com a Ucrânia, e Chava, um homem que lida com o machismo do norte do México. A trama mistura deslocamento e reinvenção à beira da fronteira.

O elenco inclui Petr Filimonov como Maksim — cuja trajetória pessoal espelha a do personagem: foi preso por se opor à guerra na Ucrânia, teve que deixar o país após a família garantir sua libertação e atualmente vive no México — além de Miry Rodríguez, Dilan Rivera, Elliot Roy Rensky e Jorge Domínguez Cerdá. O longa foi produzido por Fosfo Producciones e distribuído no México pela Colmena.

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Perguntas Frequentes

O que é Tijuana, Todavía e por que ele foi selecionado para o Queer Lion?

Tijuana, Todavía é um longa-metragem mexicano de Gabriel Gutiérrez Morales que recebeu apoio do Biennale College – Cinema e ocupa uma vaga entre os concorrentes ao Queer Lion na 83ª edição do Festival de Veneza. O projeto foi desenvolvido em 10 meses e produzido com uma bolsa de €200.000, fator que chamou atenção.

Quem são os responsáveis pela direção e produção de Tijuana, Todavía?

Tijuana, Todavía foi dirigido por Gabriel Gutiérrez Morales e teve Humberto Busto como produtor-líder, que também integra o elenco interpretando Chava. A produção é assinada por Fosfo Producciones e a distribuição no México ficou a cargo da Colmena.

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Qual é a trama central de Tijuana, Todavía e onde a história se passa?

Tijuana, Todavía acompanha Maksim, um jovem gay que fugiu da Rússia para evitar ser recrutado na guerra com a Ucrânia, e sua relação com Chava, um homem gay de meia-idade imerso na cultura machista do norte do México. A narrativa se desenvolve na cidade de Tijuana, na fronteira norte do país.

Como foi a escolha de Petr Filimonov para interpretar Maksim em Tijuana, Todavía?

Tijuana, Todavía escalou Petr Filimonov para viver Maksim porque sua experiência pessoal refletia a do personagem: Filimonov foi preso por oposição à guerra na Ucrânia, precisou deixar o país após intervenções familiares e hoje mora no México; ele também estudou atuação por quatro anos na Rússia, o que favoreceu a escolha.

Quais desafios de produção marcaram Tijuana, Todavía durante o desenvolvimento?

Tijuana, Todavía enfrentou limitações orçamentárias e de tempo: recebeu uma bolsa de €200.000 (US$234.000) e teve apenas três semanas para escrever o roteiro e organizar o cronograma de produção, enquanto o Biennale College concedeu 10 meses para completar o filme. Mesmo assim, a equipe descreveu o processo como criativo e intenso.

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POR Marcos Antonio
Marcos Antonio

Advogado e colunista esportivo | Marcos Antonio é formado em Direito e atua como colunista esportivo do Diário da Mídia. Apaixonado por futebol, escreve análises e conteúdos sobre esportes com uma visão crítica, técnica e interpretativa dos acontecimentos.

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