Trevor Rees-Jones — o único sobrevivente do acidente que matou a princesa Diana, Dodi Fayed e o motorista Henri Paul, reconstruiu a própria vida longe dos holofotes após ferimentos graves na noite de 31 de agosto de 1997, em Paris. A trajetória dele mistura recuperação médica intensa, mudanças de carreira e discreto afastamento da mídia.
- Flash resumo: Trevor sobreviveu ao acidente no túnel da Ponte de l’Alma, passou por cirurgia de cerca de 11 horas e hoje mora na Inglaterra com esposa e filhos.
Sobrevivência e as lesões que marcaram a história
O carro em que estavam Diana, Dodi, Henri Paul e Trevor entrou no túnel da Ponte de l’Alma em Paris e colidiu contra uma coluna de concreto. Dodi Fayed e Henri Paul morreram no local; Diana também não resistiu aos ferimentos. Trevor Rees-Jones foi o único a escapar com vida.
Trevor sofreu lesões extremamente graves na cabeça e no peito: o impacto destruiu grande parte do seu rosto. Médicos realizaram uma cirurgia de aproximadamente 11 horas para reconstruir a face, usando fotografias do casamento como referência; mais de 30 placas e parafusos de metal foram implantados. Ele permaneceu sedado e internado por semanas antes de iniciar a reabilitação.
Trevor passou por uma cirurgia de aproximadamente 11 horas que reconstruiu o rosto, utilizando fotografias do casamento como referência, com mais de 30 placas e parafusos aplicados.
Trajetória pessoal e profissional depois da tragédia
Nascido em 1968, em Oswestry, Trevor Rees-Jones serviu nas Forças Especiais do Exército Britânico, integrando o 1º Batalhão do Regimento de Paraquedistas, antes de trabalhar como segurança da família de Mohamed Al-Fayed durante a década de 1990. Na noite do acidente ele estava designado para proteger Dodi, mas acabou sendo o único sobrevivente do grupo.
Após cerca de seis meses de recuperação, Trevor voltou temporariamente a trabalhar para a família Fayed e, em 1998, deixou o cargo por recomendação de seus advogados. Ao longo dos anos passou a atuar em segurança para organizações como as Nações Unidas e empresas como Halliburton e AstraZeneca. Na vida pessoal, divorciou-se de Sue Jones em 1998 e casou-se novamente em 2003 com Ann Scott.
Até hoje, Trevor evita alimentar teorias sobre o acidente e mantém uma vida discreta. Atualmente vive na Inglaterra com a esposa e os filhos, tendo reconstruído a trajetória pessoal e profissional após a tragédia.
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Perguntas Frequentes
Quem é Trevor Rees-Jones e como ele sobreviveu ao acidente que matou Diana?
Trevor Rees-Jones foi o único sobrevivente do acidente ocorrido em Paris na noite de 31 de agosto de 1997. Como segurança designado para Dodi Fayed, ele sofreu lesões graves na cabeça e no peito; a reconstrução facial incluiu uma cirurgia de cerca de 11 horas e a colocação de mais de 30 placas e parafusos.
Como ficaram as lesões de Trevor Rees-Jones após a colisão no túnel da Ponte de l’Alma?
Trevor Rees-Jones sofreu destruição significativa do rosto e trauma torácico no impacto com a coluna de concreto no túnel da Ponte de l’Alma. O tratamento envolveu uma operação de aproximadamente 11 horas para reconstrução facial, sedação por semanas e posterior reabilitação com múltiplas placas e parafusos metálicos.
Qual foi a formação e a carreira de Trevor Rees-Jones antes e depois do acidente?
Trevor Rees-Jones serviu no 1º Batalhão do Regimento de Paraquedistas após estudar Educação Física e, nos anos 1990, trabalhou como segurança da família de Mohamed Al-Fayed. Depois do acidente, retomou a atividade por breve período, saiu em 1998 e atuou em segurança para as Nações Unidas, Halliburton e AstraZeneca.
Onde Trevor Rees-Jones vive e como é a vida pessoal dele hoje?
Trevor Rees-Jones vive atualmente na Inglaterra com a esposa e os filhos, após reconstruir a vida após o acidente de 31 de agosto de 1997. Ele se divorciou de Sue Jones em 1998 e casou-se com Ann Scott em 2003, mantendo desde então uma postura discreta diante da mídia.
Qual era o papel de Trevor Rees-Jones na noite em que Diana morreu?
Trevor Rees-Jones estava atuando como segurança da família Fayed e foi designado para proteger Dodi Fayed na noite de 31 de agosto de 1997. Como Diana acompanhava Dodi, ela também ficou sob a proteção da equipe; após o acidente no túnel, Trevor foi o único membro do grupo que sobreviveu.
Mariana Costa