VIFF — a organização ampliou sua aposta industrial ao revelar o primeiro lote de Works in Progress e uma porção de coproduções internacionais, movida pela meta de transformar presença em festival em contratos reais de finalização, distribuição e parcerias de produção.
Works in Progress: oito projetos voltados para conclusão
O novo programa Works in Progress da VIFF reúne oito projetos em estágio de pós-produção que buscam desde financiamento complementar até acordos de distribuição e exibição. Entre os WIP estão "Monkey Play" (Don Palathara), "My Friend Harry" (Liz Cairns) e "Si Ren" (Longjie Chen).
O escopo é prático: encontros um a um, mesas de trabalho e conexões com decisores do mercado doméstico, dos EUA e internacionais, pensados para aumentar as chances de conclusão e lançamento de cada projeto.
"São modelos muito práticos e aplicados." — Kyle Fostner, diretor executivo da VIFF
O braço de coproduções e títulos que chamam atenção
A iniciativa também trouxe oito coproduções internacionais selecionadas, incluindo "Galeo of the Seawalkers" (Andara Fembriarto) e a primeira versão em inglês da história sobre Witold Pilecki, "The Auschwitz Volunteer" (Jason Lapeyre). Outros destaques listados são "Restful Harbour", "Afuera Todo Arde" e "Los vivos y los patos".
Segundo a organização do Institute for the Moving Image, a abordagem prioriza projetos com "visão única", prontidão de mercado e viabilidade, numa tentativa de tornar o festival mais centrado em resultados concretos para cineastas após mais de quatro décadas de trabalho com desenvolvimento artístico.
O que você acha? Você acha que a aposta da VIFF em WIP e coproduções vai acelerar a finalização desses filmes? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
O que é o programa Works in Progress da VIFF e quantos projetos foram selecionados?
A VIFF lançou o programa Works in Progress como parte do Institute for the Moving Image e selecionou oito projetos WIP. O objetivo da VIFF é conectar esses títulos a financiamento, distribuição e parceiros de produção por meio de encontros práticos, oferecendo suporte para completar filmes que já estão em pós‑produção.
Quais coproduções internacionais a VIFF destacou na seleção apresentada no festival?
A VIFF incluiu oito coproduções internacionais na sua lista, entre elas "Galeo of the Seawalkers" (Andara Fembriarto), "The Auschwitz Volunteer" (Jason Lapeyre) — primeira versão em inglês da história de Witold Pilecki — e títulos como "Restful Harbour" e "Afuera Todo Arde", cobrindo Canadá, México, Peru, Nigéria e outros países.
Quem coordena o novo braço do Institute for the Moving Image e qual é a proposta?
O Institute for the Moving Image da VIFF é conduzido pela diretoria do festival com Kyle Fostner como diretor executivo e Rame Ibrahim como program lead, sob a visão de Ana Belén Asfura. A proposta é criar encontros práticos e estruturados para conectar projetos a financiadores, distribuidores e broadcasters, com planos de estender o suporte ao longo do ano.
Leticia Rodrigues