Arbitragem — A reta final da Copa do Mundo foi marcada por decisões que mudaram rumos de partidas e colocaram a Fifa sob pressão. Em confronto que terminou 3 a 2, a anulação de um gol e outras revisões de VAR elevaram acusações de manipulação que ressoaram dentro e fora do estádio.
- Flash resumo: Árbitros e VAR decidiram momentos-chave, com a anulação de um gol do Egito e episódios envolvendo Raphael Claus e Balogun.
Decisão contestada que acendeu a ira do Egito
A partida entre Argentina e Egito terminou 3 a 2, mas o que dominou as manchetes foi uma anulação aos 12 minutos do segundo tempo. O árbitro francês François Letexier validou inicialmente o lance, voltou atrás após consulta ao VAR e anulou o gol por falta no início da jogada.
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Ver todos →O resultado e a forma da revisão inflamaram jogadores, comissão técnica e torcida egípcia, que saíram do estádio revoltados e acusaram uma postura direcional da arbitragem. A Fifa ainda não se pronunciou oficialmente sobre as acusações envolvendo esse duelo.
"Injusto. Uma injustiça clara e evidente. Ele está desperdiçando o esforço de um país inteiro. Desde o começo da partida, ele está vindo contra nós. Não dá para sairmos assim, vencendo a Argentina por 2 a 0. Torneio direcionado".
Casos paralelos e o constrangimento da Fifa
Além do episódio Argentina x Egito, outras decisões chamaram atenção: o cartão vermelho aplicado ao atacante dos Estados Unidos, Balogun, pelo árbitro brasileiro Raphael Claus, e a anulação do gol de Gvardiol para a Croácia, informada por tecnologia de sensor da bola.
A Fifa precisou se defender publicamente ao elogiar Claus como árbitro de alto nível após pressão política e institucional — incluindo uma intervenção comentada do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — e teve de lidar com pedidos de transparência da Real Federação Belga de Futebol.
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Perguntas Frequentes
O que a arbitragem fez de específico na partida Argentina x Egito que gerou polêmica?
Arbitragem anulou um gol do Egito aos 12 minutos do segundo tempo da partida Argentina 3 a 2 em 08/07/2026 às 05h30, após checagem do VAR. O árbitro francês François Letexier entendeu que houve falta de Attia sobre Lisandro Martínez no início da jogada, decisão que provocou reclamações em campo.
Como a Fifa reagiu ao caso do cartão de Balogun aplicado por Raphael Claus?
Arbitragem teve apoio formal da Fifa ao árbitro Raphael Claus depois que o Comitê Disciplinar suspendeu a punição automática de Balogun; a entidade emitiu nota reconhecendo Claus como "um dos árbitros líderes do mundo" enquanto manteve o cartão vermelho emitido na partida contra a Bósnia.
Qual foi a reclamação da Croácia envolvendo arbitragem e tecnologia da bola?
Arbitragem cancelou o gol de Gvardiol nos minutos finais após o árbitro norueguês Espen Eskas ser informado por sensores da bola sobre um toque de cabeça de Igor Matanovic, o que caracterizaria impedimento; a Federação Croata enviou comunicado formal à Fifa contestando a decisão.
Que papel teve o VAR nas decisões que mais geraram controvérsia nesta fase do torneio?
Arbitragem utilizou o VAR em momentos chave, como na anulação do gol do Egito e na expulsão de Balogun; nos casos, a revisão alterou lances decisivos, despertando dúvidas sobre critérios de interpretação e gerando pedidos de maior transparência por federações e torcidas.
Houve pressão externa influenciando a postura da Fifa em relação a árbitros?
Arbitragem foi tema de debate político quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou-se sobre o caso Balogun; a Fifa respondeu defendendo Raphael Claus enquanto lidava com apelos por transparência feitos por federações como a Real Federação Belga de Futebol.
Vinicius Balbino
