ASUS ProArt P16 — o notebook desembarca como cartão de visita da plataforma NVIDIA RTX Spark para Windows on Arm e promete mudar a equação entre potência local e dependência de nuvem: sua configuração com o SoC N1X e a GPU Blackwell foca em acelerar workflows de criação e inferência de modelos sem sair da máquina.
Performance híbrida: CPU, GPU e memória como base
O ASUS ProArt P16 vem equipado com o NVIDIA N1X em sua configuração completa — 20 núcleos de CPU (10 P‑cores Arm Cortex‑X925 + 10 E‑cores Cortex‑A725) e uma GPU Blackwell com 6.144 núcleos. A combinação resulta em números de CPU e GPU competitivos em benchmarks sintéticos, com destaque para multithread e aceleração gráfica.
A memória unificada LPDDR5X opera até 9.400 MT/s e permite um pool de até 128 GB e largura de até 300 GB/s; essa arquitetura compartilhada favorece cargas de criação e modelos de IA maiores, reduzindo swaps com armazenamento e acelerando workflows que antes dependiam da nuvem.
GPU Blackwell com 6.144 núcleos, até 31 TFLOPs de FP32 e aproximadamente 1.000 TOPS em NVFP4, somada a um pool unificado de até 128 GB.
Onde o ProArt P16 se destaca (AI, games e mobilidade)
Em benchmarks de AI, o sistema apresentou resultados altos em UL Procyon: pontuação de texto 1.726 com tempo até o primeiro token de 0,37 s e throughput de ~73,8 tokens/s, mostrando capacidade prática para executar LLMs e geração de imagens localmente. Em testes com modelos variados, tokens por segundo e tempos de resposta colocam a máquina entre as opções mais rápidas para inferência local.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →No jogo, a Blackwell mostrou liderança em testes ray tracing (3DMark Speed Way/Steel Nomad/Port Royal) e desempenho real com upscalers: Cyberpunk 2077 rodou na média de 95,66 FPS a 1200p com upscaling e saltou para ~198 FPS com Frame‑Gen; Forza obteve médias confortáveis e picos muito superiores com Frame‑Gen ativado. A bateria de 99,9 Wh entrega cerca de 844 minutos (UL Office) e aproximadamente 205 minutos em gaming nos testes, o que reflete o trade‑off entre potência e autonomia.
O que você acha? Você acredita que máquinas como o ASUS ProArt P16, com RTX Spark, vão reduzir a necessidade de serviços em nuvem para tarefas de IA local? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
Quais são as especificações principais do ASUS ProArt P16 com RTX Spark N1X?
O ASUS ProArt P16 traz o SoC NVIDIA N1X em configuração completa com CPU de 20 núcleos (10 P + 10 E) e GPU Blackwell de 6.144 núcleos, até 128 GB de memória unificada LPDDR5X a 9.400 MT/s, armazenamento SSD PCIe Gen4 (ex.: 2 TB na unidade de teste) e bateria de 99,9 Wh para mobilidade.
Como o ASUS ProArt P16 se comporta em tarefas de IA local?
O ASUS ProArt P16 mostra desempenho sólido para inferência: em UL Procyon AI Text Generation obteve score 1.726, com tempo até o primeiro token de 0,37 s e ~73,8 tokens/s, além de 1.544–1.558 em benchmarks de geração de imagem; o grande pool de memória unificada (até 128 GB) facilita rodar modelos maiores localmente.
Qual é o desempenho em jogos e qual a autonomia do ASUS ProArt P16?
Em jogos com upscaling e frame generation, o ASUS ProArt P16 alcançou médias praticáveis: Cyberpunk 2077 registrou ~95,66 FPS em 1200p (Medium, upscaling) e ~198,25 FPS com 2x Frame‑Gen; nos testes de bateria o modelo alcançou 844 minutos em UL Office Productivity e cerca de 205 minutos em gaming.
Marcos Antonio