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BAIC: software e eletrônica viram diferencial frente a motores

Resumo

A BAIC avalia que eletrônica embarcada e software tornarão os carros definidos por tecnologia digital, enquanto motores e câmbios perdem peso competitivo. O COO Oswaldo Ramos aponta que arquiteturas elétricas e de software reduzem custos e permitem levar ADAS, conectividade e IA a versões de entrada, estratégia já adotada por marcas chinesas no mercado global.

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BAIC: software e eletrônica viram diferencial frente a motores
Foto: Divulgação
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BAIC — a montadora projeta que o futuro do automóvel será dominado por eletrônica e software, não por motores e transmissões, e isso muda hoje a forma como marcas competem por preço, tecnologia e fidelidade do consumidor.

Do motor tradicional ao carro definido por software

A BAIC avalia que a parte mecânica deixou de ser o principal vetor de diferenciação entre fabricantes. Para a empresa, motores e câmbios passaram a funcionar mais como commodity em comparação com arquiteturas eletrônicas sofisticadas.

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Segundo a visão corporativa, estruturas baseadas em eletrificação e software permitem adicionar funcionalidades sem aumentar proporcionalmente o custo do produto, graças à reutilização de plataformas e à escala industrial.

“A parte mecânica do carro passou a ser uma commodity. Na engenharia, ela não é mais um diferencial tecnológico.”

Escala, preço e a estratégia das marcas chinesas

A avaliação da BAIC destaca que arquiteturas compartilhadas reduzem o custo marginal de novas funções, tornando possível oferecer ADAS, conectividade e recursos de IA desde versões de acesso. Isso altera o posicionamento de produto e a percepção do consumidor sobre o que é um carro.

O exemplo citado pela montadora mostra que essa abordagem dilui o custo pela produção em volume e cria flexibilidade de preço, favorecendo marcas que projetam veículos como plataformas de software em vez de conjuntos mecânicos rígidos.

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O que você acha? Você acredita que a prioridade por software nas montadoras vai mudar radicalmente o mercado automotivo? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

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Perguntas Frequentes

O que a BAIC quis dizer ao afirmar que o carro será definido por software?

A BAIC enxerga o carro definido por software como um veículo cuja competitividade vem da eletrônica embarcada e das camadas de software, não só do motor. Essa visão, segundo o COO Oswaldo Ramos, implica que arquiteturas eletrificadas e plataformas digitais tornam itens como ADAS e conectividade viáveis até nas versões de entrada.

Como a arquitetura eletrônica afeta o preço e a produção dos carros, segundo a BAIC?

A BAIC explica que uma arquitetura eletrônica e de software compartilhada reduz custos ao permitir reaproveitamento entre modelos; isso dilui investimentos em escala e reduz o custo marginal de adicionar funcionalidades, refletindo direta e rapidamente no preço e no posicionamento de mercado dos veículos.

Por que a BAIC destaca o papel das marcas chinesas na adoção dessas tecnologias?

A BAIC observa que marcas chinesas já aplicam ADAS, conectividade e IA desde as versões de acesso em mercados domésticos e internacionais, evidenciando que a estratégia de software em escala facilita a oferta de tecnologias avançadas para consumidores e acelera a fidelização, atraindo atenção global.

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POR Rafael Menezes
Rafael Menezes

Redação e cobertura de entretenimento | Rafael Menezes integra a equipe de redação do Diário da Mídia, produzindo notícias e conteúdos sobre entretenimento, televisão e atualidades. Foca em textos claros, ágeis e atualizados para o público digital.

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