Clayface — O longa dirigido por James Watkins apresenta Gotham City ao reboot do DC Universe em uma versão deliberadamente opressiva e sombria, enquanto segue a trajetória trágica de Matt Hagen, interpretado por Tom Rhys Harries. A proposta é visceral: origem de vilão, cenas de body horror e um uso intenso de próteses e filmagens in-camera que reforçam o aspecto físico do terror.
Gotham como personagem e o lugar do filme no novo DCU
Em Clayface, Gotham City aparece como um cenário que funciona quase como um personagem: prédios dominantes, luzes de néon e ruas sujas pensadas para contrastar com outras cidades do universo, como Coast City e a Metropolis mostrada pela franquia recentemente.
O filme oferece a primeira visão em live-action dessa versão de Gotham no reboot, abrindo espaço para que o público veja como o novo universo cinematográfico conecta diferentes cidades e tons narrativos, sem transformar o longa em mera ponte para outros títulos.
“Fizemos cerca de 19 iterações diferentes. Há muitas versões nos quadrinhos, mas o importante era que funcionasse em live-action e preservasse o homem dentro do monstro.” — James Watkins
Transformações práticas, violência e o elenco por trás da criatura
Clayface é centrado em Matt Hagen, um ator de alto perfil que sofre desfiguração por conta de um gangster e recorre a um procedimento experimental da Dra. Caitlyn Corr (Naomi Ackie). A cura traz poderosas capacidades de metamorfose que o tornam capaz de assumir rostos alheios e promover uma vingança que mata os responsáveis — e também vítimas inocentes — até que ele se refugia como uma criatura lodosa nos esgotos.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →O trabalho de efeitos mistura muita técnica prática: cenas com “in-camera wipes”, uso de dublês e contorcionistas, e uma extensa rotina de próteses (com dezenas de estágios, citados pela equipe como cerca de 65 variações em diferentes momentos). A sequência do avião, por exemplo, foi montada com múltiplas pares de tesouras e próteses para garantir um resultado tátil.
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Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
Como Clayface mostra Gotham City na nova versão do DC Universe?
Clayface apresenta Gotham City como uma metrópole opressiva e quase atemporal, construída a partir de referências ao expressionismo alemão e à fotografia urbana dos anos 1970–1990. A cidade aparece pela primeira vez em live-action nesta fase do reboot, depois que outra cidade do universo já foi introduzida em filme anterior.
O que acontece com Matt Hagen em Clayface e quem interpreta o personagem?
Clayface, vivido por Tom Rhys Harries como Matt Hagen, narra a queda do ator após ser brutalmente desfigurado por um gangster e submetido a um procedimento experimental da Dra. Caitlyn Corr (Naomi Ackie). A transformação concede poderes de troca de aparência que culminam em mortes contra a máfia e civis, levando-o ao isolamento como uma criatura nos esgotos.
Quais técnicas foram usadas para criar o monstro Clayface e quantas versões foram testadas?
Clayface recorreu majoritariamente a efeitos práticos: filmagens em câmera, próteses táteis e truques de set como “wipes” para trocas de rosto. A equipe testou cerca de 19 iterações do visual do monstro e trabalhou com dezenas de estágios de próteses (aproximadamente 65 variações citadas), além de complemento pontual por VFX.
© Diário da Mídia · Conteúdo protegido por direitos autorais — reprodução ou cópia proibida sem autorização. Original: diariodamidia.com.br/clayface-gotham-ganha-primeira-cena-no-dcu-em-tom-sombrio
Thiago Nogueira