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DeepSeek treina V5 do zero em superpods Atlas com Ascend 950DT

Resumo

DeepSeek planeja treinar seu modelo V5 completamente do zero em superpods Atlas baseados no processador Ascend 950DT da Huawei, em uma ação voltada para autonomia tecnológica na China. O movimento ocorre em um contexto em que projetos locais, como MiniMax e DeepSeek, operam com capacidade computacional estimada em menos de 100.000 GPUs equivalentes H100, mas seguem escalando a fronteira de modelos.

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DeepSeek treina V5 do zero em superpods Atlas com Ascend 950DT
Foto: Divulgação
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DeepSeek — a decisão de treinar o V5 do zero em superpods Atlas movidos por Ascend 950DT coloca a empresa no centro da corrida por uma pilha totalmente doméstica de IA na China, com impactos diretos sobre independência de hardware e cadeia de suprimentos.

Treino do V5 em Ascend 950DT: o que muda

A estratégia é clara: o próximo V5 será criado e treinado integralmente em infraestrutura baseada em Ascend 950DT, a unidade de processamento da Huawei integrada a nós Atlas SuperPoDs. Isso afasta a dependência de aceleradores estrangeiros e favorece otimizações específicas ao ecossistema local.

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Do ponto de vista técnico, o uso de SuperPoDs Atlas sugere foco em clusters altamente interconectados, capazes de suportar treinos em larga escala e fluxos de dados intensivos exigidos por modelos de última geração.

DeepSeek vai treinar o modelo V5 do zero em superpods Atlas baseados no Ascend 950DT da Huawei, ação que reforça a busca chinesa por uma cadeia de IA completamente doméstica.

Contexto: capacidade computacional e a curva de escala

Projetos chineses como MiniMax e DeepSeek operam com capacidade computacional avaliada em sub-100.000 GPUs equivalentes H100, mas continuam a escalar a chamada "frontier curve" de modelos, um fenômeno que desafia explicações simples como distilação.

Esse padrão indica que, mesmo sem atingir a contagem maciça de GPUs observada em algumas infraestruturas ocidentais, há ganhos de eficiência arquitetural, ajustes de software e integração vertical entre hardware e modelo que impulsionam desempenho.

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O que você acha? Você acredita que essa estratégia garantirá mais autonomia tecnológica para a China? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Foto: Divulgação

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Perguntas Frequentes

Como o DeepSeek planeja treinar o modelo V5 usando Ascend 950DT e Atlas SuperPoDs?

DeepSeek está programando o treinamento do V5 do zero em superpods Atlas baseados no Ascend 950DT da Huawei, aproveitando nós com alta interconexão para suportar cargas massivas. A escolha indica preferência por uma infraestrutura integrada e otimizada ao hardware doméstico para reduzir dependência externa.

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Que capacidade computacional a DeepSeek e projetos similares têm atualmente?

A DeepSeek, junto a iniciativas como MiniMax, opera com capacidade estimada em sub-100.000 GPUs equivalentes H100, número que mostra escala significativa, mas abaixo de algumas plataformas globais. Ainda assim, esses projetos continuam escalando a curva de desempenho de modelos de forma consistente.

Por que a escolha do Ascend 950DT pode acelerar a autonomia em IA na China?

O uso do Ascend 950DT em Atlas SuperPoDs permite que DeepSeek alinhe hardware, firmware e pilha de treinamento localmente, reduzindo a necessidade de tecnologias estrangeiras. Essa integração facilita otimizações específicas que podem melhorar eficiência e controle sobre toda a cadeia de desenvolvimento de modelos.

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POR Thiago Nogueira
Thiago Nogueira

Redação e cobertura geral | Thiago Nogueira faz parte da equipe de redação do Diário da Mídia, cobrindo atualidades, cultura pop e temas de interesse geral. Produz matérias informativas com linguagem acessível e direta.

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