Fifa — Um estudo do Grupo de Estudo Técnico da Fifa aponta que a saída de bola desde o goleiro virou prática quase generalizada: 48% das seleções da Copa têm optado por construir jogadas a partir do guarda‑redes, movimento que altera a pressão adversária e reforça a importância do passe do goleiro no jogo moderno. A análise foi registrada em 30/06/2026 às 05h30 (Brasília UTC-3) e a cobertura dos jogos foi transmitida pelo SBT.
- Flash resumo: Quase metade das seleções (48%) usa saída de bola com passes curtos a partir do goleiro, com destaque para Ronwen Willians e Vozinha.
A adesão massiva e quem se beneficia
O dado mais relevante da pesquisa é numérico: 48% das equipes da Copa adotaram a saída jogada a partir do goleiro. Isso indica uma mudança tática que alcança tanto potências quanto seleções menores.
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Ver todos →Goleiros de times que se defenderam mais, como Ronwen Willians (África do Sul) e Vozinha (Cabo Verde), lideram o ranking da Fifa no critério de posse de bola, o que reforça a correlação entre defesa compacta e construção desde trás.
"Em alguns casos, vemos que os defensores jogam a bola para o goleiro. É uma jogada combinada. Nos últimos anos, o goleiro não joga mais uma bola longa. É quase proibido. Querem criar desde lá de trás", analisou o ex-goleiro suíço e membro do TSG (Grupo de Estudos Técnicos) Pascal Zuberbühler.
Como as seleções organizam a saída e o papel do Brasil
O estudo mostra variações táticas: várias equipes jogam com três zagueiros na construção, usando um lateral como elemento ofensivo. A intenção é ganhar campo mantendo a posse e criando superioridade numérica no meio.
O Brasil aparece no exemplo técnico: na construção, a seleção usa três atrás — citados Danilo, Marquinhos e Gabriel Magalhães — e, defensivamente, volta a quatro; Matheus Cunha recua para compor o meio quando necessário. Historicamente, no Brasil esse estilo foi associado à chamada "saidinha" popularizada por treinadores como Fernando Diniz.
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Perguntas Frequentes
O que o Grupo de Estudo Técnico da Fifa apontou sobre a 'saidinha' na Copa?
Grupo de Estudo Técnico da Fifa: O estudo indica que 48% das seleções da Copa adotaram a saída de bola construída a partir do goleiro, priorizando passes curtos em vez de bolas longas. Esse dado reflete mudança tática ampla, que diminui o jogo direto e aumenta a importância da posse desde a defesa.
Quais goleiros o Grupo de Estudo Técnico da Fifa destacou no relatório sobre posse de bola?
Grupo de Estudo Técnico da Fifa: O relatório destacou Ronwen Willians (África do Sul) e Vozinha (Cabo Verde) como os melhores no ranking de goleiros com posse de bola, citando, por exemplo, a atuação de Vozinha no empate por 0 a 0 contra a Espanha, em que o goleiro foi peça-chave na construção com passes.
Quando e em que horário foi citado o dado de que 48% das equipes usam saída de bola?
Grupo de Estudo Técnico da Fifa: O número de 48% foi reportado com referência ao período da Copa e apareceu na cobertura datada de 30/06/2026, registrada às 05h30 (Brasília UTC-3); a programação dos jogos relacionada ao estudo foi transmitida pelo SBT conforme a cobertura jornalística.
Como o Grupo de Estudo Técnico da Fifa descreve a aplicação da saída de bola pelo Brasil?
Grupo de Estudo Técnico da Fifa: Segundo o estudo e a análise do ex-jogador Pablo Zabaleta, o Brasil constrói com três defensores na fase de posse — Danilo, Marquinhos e Gabriel Magalhães — e, ao se defender, volta a uma linha de quatro, com Matheus Cunha recuando para compor o meio e os laterais atuando quase como pontas.
O Grupo de Estudo Técnico da Fifa identificou adoção da saída de bola por equipes menores?
Grupo de Estudo Técnico da Fifa: O estudo ressalta que a saída de bola não é exclusividade das seleções de maior investimento; até equipes de menor poderio técnico passaram a adotar a tática, contribuindo para a estatística de 48% das seleções que hoje preferem construir desde o goleiro em vez de optar por lançamentos longos.
Vinicius Balbino
