Googlebooks — a nova linha de laptops da Google chega com promessa clara: não é apenas hardware bonito, é uma aposta em apps nativos e recursos de IA que definem o valor para o usuário. A combinação de um sistema híbrido, integração com celular e ferramentas como o Magic Pointer coloca o ecossistema de aplicativos como fator decisivo para aceitação do mercado.
Hardware, preço e parceiros: da oferta básica ao topo de linha
Os novos Googlebooks vêm em modelos fabricados por Acer, Asus, Lenovo, HP e Dell, com preços anunciados a partir de US$900 em um modelo limitado. Outras configurações ultrapassam a faixa de mil dólares: há unidades listadas por US$1.200 e US$1.300, dependendo do fabricante e dos componentes.
Em termos de processadores, a linha se limita a duas famílias: Qualcomm Snapdragon X Elite em alguns modelos e Intel Core Ultra Series 3 em outros. A estratégia concentra o portfólio para otimizar o novo sistema operacional e reduzir fragmentação entre ARM e x86.
"Queremos que usuários Android tenham um laptop que seja intuitivo."
GooglebookOS, apps nativos e as apostas de IA
O Googlebooks roda o GooglebookOS, um sistema que mistura elementos do ChromeOS e do Android sobre um kernel Linux customizado para x86 e ARM. A interface lembra o desktop tradicional, mas com widgets inspirados no Android e prompts para criação de widgets personalizados com suporte a IA.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Entre os recursos de IA, o Magic Pointer destaca-se: ao movimentar o cursor de forma específica, o usuário aciona uma interface que permite selecionar múltiplos itens na tela e pedir ações ao assistente — por exemplo, agrupar mensagens ou checar a veracidade de um e-mail. O sistema também integra uma experiência tipo Rambler para conversas com o modelo Gemini.
O que você acha? Você acredita que os Googlebooks vão conseguir disputar com notebooks tradicionais apesar dos preços iniciais? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Quais chips equipam os Googlebooks e como isso impacta a escolha do modelo?
Os Googlebooks vêm equipados com o Qualcomm Snapdragon X Elite em alguns modelos e com o Intel Core Ultra Series 3 em outros. Essa divisão significa diferenças de compatibilidade e eficiência: aparelhos com Snapdragon tendem a favorecer autonomia e integração ARM, enquanto os com Intel entregam compatibilidade x86 e desempenho de desktop.
Como funciona o Magic Pointer e a integração com Gemini nos Googlebooks?
O Magic Pointer nos Googlebooks ativa-se ao movimentar intensamente o cursor, permitindo selecionar múltiplos elementos e pedir ações automatizadas ao modelo Gemini. O recurso opera junto à função Rambler, uma interface tipo "Gemini Live", que aceita comandos de linguagem natural para executar tarefas no sistema.
Quantos apps rodam nativamente nos Googlebooks e que jogos foram citados?
Os Googlebooks chegam com "centenas" de apps nativos, incluindo "50 of the top 100" dos jogos mais vendidos na Google Play Store, segundo a divulgação. Ainda há apps que usam o App Cast para espelhar a tela do celular no laptop, enquanto a empresa trabalha para ampliar o catálogo otimizado para a tela maior.
Dimitri Lares