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Ink: Boyle evita debate sobre IA após estreia no TIFF

Resumo

O filme Ink, dirigido por Danny Boyle, fez sua estreia no Toronto International Film Festival em 15 de setembro de 2026; na sessão realizada no Princess of Wales Theatre, o diretor confirmou o uso de cerca de 30 segundos de inteligência artificial em efeitos visuais e disse que a discussão sobre as implicações da tecnologia seria adiada, encerrando a Q&A pouco depois.

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Ink: Boyle evita debate sobre IA após estreia no TIFF
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Pergunte à IA sobre isto:

Ink — a nova obra de Danny Boyle sobre a ascensão do tabloide The Sun e as figuras por trás dele desembarcou em Toronto com tom elétrico, mas deixou a plateia com perguntas abertas sobre inteligência artificial após a exibição no Princess of Wales Theatre.

Estreia em Toronto e a resposta sobre IA

A estreia de Ink no TIFF ocorreu em 15 de setembro de 2026, com presença do diretor e do elenco principal no palco para um Q&A público. A fala sobre tecnologia dominou as perguntas, mas terminou de forma contida.

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Boyle reconheceu que a produção usou IA em pontos específicos dos efeitos visuais, descrevendo o trecho empregado como muito pequeno — algo na ordem de segundos — e ligado ao trabalho de VFX da equipe.

“Usamos uma quantidade minúscula. Está muito ligada aos VFX em nosso mundo; é uma das ferramentas que eles usam. Havia cerca de trinta segundos disso. O porquê disso… é algo extremamente complicado, que eu não acho que precisemos entrar aqui.”

Elenco, abordagem e tom crítico

Ink apresenta Guy Pearce no papel relacionado a Rupert Murdoch e Jack O’Connell como o editor Larry Lamb, formando o núcleo dramático que explora a transformação sensacionalista do jornalismo britânico. A atuação de O’Connell foi destacada pelo tom magnético e pela humanização dos personagens históricos.

Além da discussão técnica, o debate em Toronto ainda trouxe comentários sobre as escolhas de pesquisa e interpretação: os atores mostraram material e processos usados para construir retratos de figuras públicas que mudaram o panorama da mídia.

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O que você acha? Você acredita que a adoção de IA em trechos curtos de efeitos altera a integridade de filmes como Ink? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

Quanto de inteligência artificial foi usada em Ink e como apareceu no filme?

Ink teve cerca de trinta segundos de inteligência artificial integrados aos efeitos visuais. Esses trechos foram empregados para animar fotografias antigas e pequenos elementos de cena, seguindo a linha de VFX da produção; Boyle deixou claro que a IA entrou como ferramenta pontual, não substituindo atores.

O que Danny Boyle disse sobre os riscos da IA na indústria durante a sessão no TIFF?

Ink, apresentado por Danny Boyle no TIFF, teve a discussão sobre riscos da IA deixada para outra ocasião: o diretor chamou o tema de “extremamente complicado” e preferiu não aprofundar naquele momento, encerrando a Q&A no Princess of Wales Theatre sem debater as implicações sistêmicas da tecnologia.

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Quem são os nomes principais no elenco de Ink e quais figuras reais o filme retrata?

Ink reúne Guy Pearce em relação a Rupert Murdoch e Jack O’Connell como Larry Lamb, centrando-se na ascensão do tabloide The Sun. O filme foca em como práticas sensacionalistas — chamadas no debate de “smut” e promoções apelativas — moldaram a cobertura e o impacto público do jornalismo britânico.

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POR Beatriz Farias
Beatriz Farias

Redação e atualização de notícias | Beatriz Farias atua na produção e atualização de conteúdos do Diário da Mídia, acompanhando os principais acontecimentos do dia a dia. Trabalha com foco em agilidade, apuração e clareza informativa.

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