Siga o Diário da Mídia no Google Clique em Seguir e não perca nenhuma novidade. Seguir Tecnologia

Nova York veta IA em escolas primárias e barra chatbots

Nova York — a cidade anunciou uma moratória de um ano sobre o uso de IA generativa no ensino infantil e fundamental, em uma mudança que vai atingir a...

Nova York veta IA em escolas primárias e barra chatbots
Pergunte à IA sobre isto:

Nova York — a cidade anunciou uma moratória de um ano sobre o uso de IA generativa no ensino infantil e fundamental, em uma mudança que vai atingir a maior rede pública dos EUA e alterar o cotidiano de cerca de 600 mil alunos.

  • Flash resumo: proibição para alunos da pré-escola até o 8º ano; chatbots vetados para todos; ensino médio ficará limitado a pilotos e módulos educativos.

O que muda dentro das salas de aula

A proibição cobre estudantes de 2-K até o 8º ano por 12 meses, com chatbots de apoio emocional banidos para toda a rede. A medida também limita o tempo de uso de dispositivos e define exceções para alunos em processo de aprendizagem do inglês e com deficiência.

Publicidade

O plano prevê ainda cinco pilotos no ensino médio, que alcançarão no máximo 5% do corpo discente, e dois módulos de 45 minutos aplicados duas vezes por ano para todos os estudantes do ensino médio.

“Crianças precisam de professores e conexão humana para aprender e crescer. Elas precisam desenvolver habilidades ao lado dos colegas, construir relações com educadores e enfrentar problemas difíceis por conta própria.” — prefeito Zohran Mamdani

Limites práticos, ferramentas e fiscalização

As ferramentas escolhidas para os pilotos incluem Quill (para leitura e análise de textos em inglês), Edia (apoio em matemática) e Brisk Teaching (atividades criadas por professores); o uso dessas plataformas será restrito a 10–20 minutos por semana, segundo as diretrizes.

Professores ficarão autorizados a consultar IA apenas para tarefas operacionais, como planejamento de aulas, tradução e comunicação; o emprego de IA para correção de provas ou aconselhamento de alunos está proibido. A cidade formará uma coalizão de estudantes, educadores, líderes de pais, representantes eleitos, defensores, sindicatos e especialistas para avaliar o impacto das regras.

Publicidade

O que você acha? O que você acha dessa proibição nas escolas? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

Quais alunos e séries a moratória de IA em Nova York abrange?

Nova York aplicou a moratória por um ano ao uso de IA generativa para estudantes de 2-K até o 8º ano, afetando atividades de sala de aula e ferramentas de apoio; além disso, chatbots que oferecem suporte emocional foram proibidos para todos os estudantes da rede, que soma cerca de 600.000 alunos.

Como ficará o uso de IA no ensino médio em Nova York?

Nova York permitirá o uso restrito de IA no ensino médio por meio de cinco pilotos que cobrirão até 5% do corpo discente e por dois módulos de pensamento crítico sobre IA de 45 minutos aplicados duas vezes ao ano a todos os estudantes do ensino médio, com foco em viés, riscos e ética.

Publicidade

Quais ferramentas estão previstas nos pilotos e quais limites elas terão?

Nova York listou pilotos como Quill (leitura e análise textual), Edia (apoio a matemática) e Brisk Teaching (atividades docentes); o uso dessas plataformas será limitado a cerca de 10–20 minutos por semana, e haverá iniciativas como Playlab e Intel AI-Ready Schools para projetos semesterais e análise de vieses.

Que restrições a cidade impôs ao uso de laptops e tablets pelos alunos?

Nova York proibiu dispositivos individuais para crianças da pré-escola até a 2ª série; alunos do restante do ensino fundamental terão limites diários de 30 a 45 minutos para uso de laptops e tablets, com exceções autorizadas para aprendizes de inglês, estudantes com deficiência e atividades de programação.

Qual a justificativa oficial e quem acompanhará a eficácia da medida?

Nova York adotou a moratória citando preocupações sobre efeitos em desenvolvimento e evidências sobre riscos psicológicos e cognitivas associadas ao uso intenso de chatbots; uma coalizão composta por estudantes, educadores, líderes de pais, representantes eleitos, defensores, sindicatos e especialistas avaliará a eficácia das diretrizes.

Publicidade
Compartilhar:
POR Leticia Rodrigues
Leticia Rodrigues

Designer de conteúdo e redação visual | Leticia Rodrigues atua na produção e estruturação de conteúdos com foco em organização visual e clareza informativa. Trabalha na criação e adaptação de matérias para melhor leitura digital e experiência do usuário.

Talvez Você Goste

Publicidade
PublicidadePublicidade