Phantom Blade Zero — o primeiro AAA da S-Game mostra que um estúdio enxuto pode competir com veteranos: o combate é o destaque e promete alto fator replay, mas a experiência técnica no PC ainda exige correções urgentes para não comprometer a imersão.
Combate e progressão: ponto alto que segura o jogo
O sistema de combate de Phantom Blade Zero chega perto da excelência: golpes, aparos e desvios funcionam de forma muito bem coreografada, com ataques inimigos sinalizados para parry e desvio e punições claras quando o comando é preciso.
Há dezenas de armas, cada uma com personalidade, upgrades e novas habilidades conforme são aprimoradas, o que eleva o fator replay. A progressão não é baseada em níveis tradicionais; lembra a árvore de habilidades de Sekiro, com três ramificações e ganhos por colecionáveis que aumentam vida e atributos.
“O que é tudo isso?”
Mundo, arte e desempenho: visual belo, execução técnica irregular
O mundo é visualmente impressionante — Unreal Engine 5 entrega cenários exuberantes, direção de arte caprichada e até detalhes como cabelo fio a fio em personagens —, porém o level design alterna regiões amplas com longos corredores, e muitas side-quests são facilmente localizadas no mapa.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →No PC, a experiência testada em um Intel Core Ultra 9 285K com GeForce RTX 5070, 32 GB DDR5 e SSD PCIe 4.0, com preset “muito alto”, DLSS 4.5 em qualidade e frame gen 2x, ficou entre 70 e 100 FPS. Ainda assim, houve stutterings, texturas de baixa resolução e carregamento tardio de assets; Path Tracing apresentou ganho de desempenho inferior a 10% e não valeu o custo em FPS no estado atual.
O que você acha? Você já se interessou por um RPG de ação mais pela jogabilidade do que pela história? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
Phantom Blade Zero vale a pena para quem gosta de RPGs de ação e soulslikes?
Phantom Blade Zero entrega um combate refinado e fator replay elevado graças às dezenas de armas únicas e aos upgrades que alteram habilidades; contudo, a narrativa é densa e a exploração tende ao linear, o que pode desapontar quem procura mapas amplamente interconectados como em alguns soulslikes clássicos. O jogo foi desenvolvido por cerca de 150 pessoas pela S-Game.
Como Phantom Blade Zero roda no PC com uma GeForce RTX 5070 e Intel Core Ultra 9 285K?
Nos testes, Phantom Blade Zero rodou em uma máquina com Intel Core Ultra 9 285K, GeForce RTX 5070, 32 GB DDR5 e SSD PCIe 4.0 alcançando entre 70 e 100 FPS no preset muito alto com DLSS 4.5 e frame gen 2x; Path Tracing trouxe ganho inferior a 10% em desempenho e não se mostrou vantajoso na configuração testada.
Quais problemas técnicos de Phantom Blade Zero precisam de correção imediata?
Na versão de PC, Phantom Blade Zero apresentou stuttering frequente, texturas em baixa resolução e assets carregando de forma tardia em vários mapas, além de colisões e glitches de câmera; a S-Game liberou um patch enquanto o review era finalizado, mas ainda são necessárias correções adicionais para estabilizar a experiência em máquinas variadas.
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Rafael Menezes