Roberto Tibiriçá — A cena da música erudita brasileira perdeu uma figura central: o maestro morreu aos 72 anos enquanto estava internado em São Paulo recebendo tratamento contra um câncer. A confirmação do falecimento foi feita pela Fundação Cultural de Curitiba, e a programação pública de despedida já foi divulgada pelas autoridades culturais.
Trajetória artística e influência na cena sinfônica
Roberto Tibiriçá construiu uma carreira marcada por cargos de direção musical e regência titular. Entre as instituições que comandou estão a Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP), a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), a Orquestra Petrobras Sinfônica e a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais.
Também esteve à frente da Sinfônica Heliópolis, ligada ao Instituto Baccarelli, e regeu orquestras internacionais, como a Orquestra Simón Bolívar, da Venezuela. Membro da Academia Brasileira de Música, ele dedicou mais de quatro décadas à música e deixou legado reconhecido por sua atuação em centros sinfônicos do país.
O Theatro Municipal de São Paulo receberá o velório de Roberto Tibiriçá nos dias 3 e 4 de outubro; a cerimônia será aberta ao público com horários definidos para sábado e domingo, e o sepultamento está marcado para as 13h no Cemitério São Paulo, em Pinheiros.
Velório, horários e homenagens oficiais
O velório de Roberto Tibiriçá ocorrerá no Theatro Municipal de São Paulo. No sábado, a cerimônia no Salão Nobre ficará aberta ao público das 18h às 22h; no domingo, o ato seguirá no palco da Sala de Espetáculos entre 8h e 12h. O sepultamento foi agendado para as 13h no Cemitério São Paulo, em Pinheiros, zona oeste.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Ao longo da carreira, Tibiriçá recebeu prêmios importantes, como o Prêmio APCA, o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Regente Sinfônico e a Ordem do Ipiranga. Em 2024, a Universidade Federal de Minas Gerais concedeu a ele o título de Doutor por Notório Saber, reconhecimento formal à sua trajetória.
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Perguntas Frequentes
Onde e quando será o velório de Roberto Tibiriçá?
O velório de Roberto Tibiriçá será realizado no Theatro Municipal de São Paulo nos dias 3 e 4 de outubro. A cerimônia pública acontece no Salão Nobre no sábado, das 18h às 22h, e no palco da Sala de Espetáculos no domingo, das 8h às 12h; o sepultamento está previsto para as 13h no Cemitério São Paulo, em Pinheiros.
Quais cargos e orquestras marcaram a carreira de Roberto Tibiriçá?
Roberto Tibiriçá foi diretor musical e regente titular da Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP) e também comandou a Orquestra Sinfônica Brasileira, a Orquestra Petrobras Sinfônica e a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Atuou ainda na Sinfônica Heliópolis, vinculada ao Instituto Baccarelli, e regeu internacionalmente a Orquestra Simón Bolívar, da Venezuela.
Quais prêmios e reconhecimentos Roberto Tibiriçá recebeu?
Roberto Tibiriçá recebeu prêmios como o Prêmio APCA, o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Regente Sinfônico e a Ordem do Ipiranga. Em 2024, a Universidade Federal de Minas Gerais concedeu a ele o título de Doutor por Notório Saber, consolidando reconhecimentos acadêmicos e artísticos ao longo de mais de quatro décadas de carreira.
Dimitri Lares