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Seleção usa testes de suor e urina para driblar calor extremo

Seleção brasileira — A preparação da seleção para o Mundial inclui monitoramento biológico para reduzir o risco de queda de rendimento por calor....

Seleção usa testes de suor e urina para driblar calor extremo

Seleção brasileira — A preparação da seleção para o Mundial inclui monitoramento biológico para reduzir o risco de queda de rendimento por calor. A estratégia foca em identificar perdas individuais de líquidos e sais para montar reposição personalizada, resposta direta ao calor de Miami e às paradas previstas pela Fifa.

  • Flash resumo: Testes de suor e urina, adesivos para coleta, pesagens e análise em laboratório geram protocolos individuais de hidratação.

Como os testes funcionam na prática

Os jogadores são submetidos a adesivos colocados nas costas e nos braços que captam amostras de suor. Essas amostras apontam a quantidade de líquido e sais minerais perdidos durante o esforço.

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Além disso, os atletas são pesados antes e depois dos treinos e têm amostras de urina coletadas para avaliar concentração e coloração, indicadores diretos de desidratação.

"A desidratação tem um impacto tanto na performance física do atleta quanto mental. Quando a gente está desidratado, a gente tem menos líquido circulante no nosso corpo e, consequentemente, leva menos quantidade de nutrientes e oxigênio tanto para o cérebro quanto para a musculatura, o que compromete que tudo funcione da melhor forma. Com isso, temos a diminuição de performance e aparece a fadiga precoce ou um cansaço do cérebro, a fadiga mental", explicou a nutricionista Fernanda Bigliazzi, representante do Gatorade Sports Science Institute - instituto de pesquisa da empresa de isotônicos que é a parceria da CBF na análise.

Do laboratório ao campo: personalização e logística

Os resultados das coletas são enviados a laboratório e o departamento de nutrição da CBF elabora um protocolo individual, indicando volumes exatos de água e isotônicos. Cada jogador recebe sua garrafinha personalizada com nome para controlar a ingestão.

Essa rotina foi implementada ao longo dos últimos meses em preparação para a Copa e atende a pilares como hidratação prévia, individualização e recomendação de eletrólitos e carboidratos.

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Perguntas Frequentes

Que testes a Seleção brasileira faz para medir perda de líquidos na preparação para a Copa?

Seleção brasileira usa testes de suor e de urina acompanhados de adesivos nas costas e braços, pesagens pré e pós-treino e análise em laboratório. Esses procedimentos, em parceria com o Gatorade, identificam quantidades de líquido e sais perdidos para ajustar reposições individuais com água e isotônicos.

Como a Seleção brasileira transforma os dados dos testes em um plano de hidratação?

Seleção brasileira envia as amostras de suor e urina para análise laboratorial e o departamento de nutrição da CBF cria protocolos individualizados. O resultado determina a quantidade exata de água e isotônicos por jogador e garante garrafinhas personalizadas, controlando reposição conforme perdas medidas.

Quando e onde a Seleção brasileira enfrenta a Escócia e qual é a transmissão do jogo?

Seleção brasileira enfrenta a Escócia em Miami pela terceira rodada da fase de grupos, com jogo marcado para as 18h (horário local); a cobertura ao público inclui transmissão pelo SBT. A reportagem foi registrada em 23/06/2026 às 12h00 (Brasília UTC-3) com foco nas medidas contra o calor.

Os "cooling breaks" e paradas de hidratação ajudam a Seleção brasileira contra o calor extremo?

Seleção brasileira encontra apoio nas paradas de hidratação da Fifa e nos cooling breaks para reduzir efeitos do calor, que chegou a 35°C em Miami. Essas pausas aliviam a demanda térmica e ajudam a manter desempenho físico e cognitivo durante partidas sob altas temperaturas.

Há quanto tempo a Seleção brasileira aplica esse trabalho com Gatorade na preparação para a Copa?

Seleção brasileira vem aplicando esse trabalho ao longo dos últimos meses, em parceria com o Gatorade Sports Science Institute. A rotina permitiu à CBF ajustar práticas e estabelecer pilares como hidratação prévia, individualização e reposição de eletrólitos e carboidratos.

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POR Vinicius Balbino
Vinicius Balbino

Editor-chefe | Vinicius Balbino é editor-chefe do Diário da Mídia, responsável pela revisão, curadoria e publicação dos conteúdos jornalísticos. Atua na supervisão editorial do portal, garantindo qualidade, consistência e alinhamento com os padrões de publicação.

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