Steve Jobs — Um projeto escolar que o futuro cofundador da Apple montou na 8ª série voltou ao centro das atenções ao entrar em um leilão que reúne peças históricas da empresa no ano do 50º aniversário da Apple. O item é visto como uma janela para os interesses técnicos de Jobs ainda jovem e já registra lances.
- Flash resumo: projeto escolar de 29/02/1968 com relatório e display, parte de 212 lotes; leilão fecha em 20 de agosto.
O item: peça escolar, relatório e dois circuitos de demonstração
O material de interesse é um projeto intitulado “What Is the Silicon-Controlled Rectifier?”, datado em 29 de fevereiro de 1968. A peça inclui um relatório de 10 páginas e um display de madeira em três painéis que detalha retificadores controlados por silício, além de dois circuitos de teste montados por Jobs.
O leilão que oferece o projeto faz parte de uma venda temática chamada Steve Jobs & the Computer Revolution: The Apple 50th Anniversary Auction Part Two, com um total de 212 lotes. Entre os itens listados estão iPhones e iPods de primeira geração lacrados, cartões de visita assinados, cartas e fotografias pessoais.
"No relatório, Jobs escreveu que um circuito foi 'projetado para demonstrar os princípios básicos e características do retificador controlado por silício' e o outro foi 'projetado para demonstrar como o retificador controlado por silício é usado em sua aplicação mais aceita; controle de velocidade de motor, regulação de luminosidade, etc.' Havia também uma observação pedindo 'por favor, desliguem!' o segundo circuito após o uso."
Valor histórico e contexto da procedência
O projeto saiu da coleção pessoal do meio-irmão de Jobs, John Chovanec, e permaneceu na casa da família em Los Altos depois da morte do pai de Jobs, Paul, em 1993. Chovanec relatou que tentou por várias vezes entregar o item a Jobs, mas acabou conservando-o em sua própria casa por décadas.
O leiloeiro estima que o projeto pode superar a marca de US$20.000; até terça-feira à tarde o lance apontava US$3.222. Em outras partes do leilão já houve lances substanciais: um Apple-1 estilo Neumark atingia cerca de US$205.000 e um cartão de visita assinado por Jobs marcava US$103.574 entre as ofertas registradas.
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Perguntas Frequentes
O que está incluso no projeto escolar de Steve Jobs que foi colocado à venda?
O projeto escolar de Steve Jobs inclui um relatório de 10 páginas e um display de madeira em três painéis intitulado "What Is the Silicon-Controlled Rectifier?", datado em 29 de fevereiro de 1968, além de dois circuitos de teste montados para demonstrar princípios e aplicações do retificador controlado por silício.
Quando termina o leilão que oferece o projeto de Steve Jobs e qual é o lance atual?
O leilão que contém o projeto de Steve Jobs é parte da série Steve Jobs & the Computer Revolution: The Apple 50th Anniversary Auction Part Two e fecha em 20 de agosto. O lance atual registrado foi de US$3.222, enquanto a estimativa para o lote supera US$20.000 conforme a avaliação do leiloeiro.
De quem veio o projeto escolar de Steve Jobs antes do leilão?
O projeto escolar de Steve Jobs provém da coleção pessoal do meio-irmão John Chovanec; a peça ficou na casa da família em Los Altos após a morte do pai de Jobs, Paul, em 1993, e Chovanec manteve o item até levá-lo ao leilão décadas depois.
Que outros itens históricos da Apple estão sendo leiloados junto com o projeto?
O leilão reúne 212 lotes, incluindo iPhones e iPods de primeira geração lacrados, cartazes publicitários, protótipos como um PowerBook Duo 270c e exemplares do Apple-1; entre os lances notórios estavam cerca de US$205.000 por um Apple-1 estilo Neumark e US$103.574 por um cartão de visita assinado por Jobs.
Quais foram os lances mais altos já registrados na série de leilões do 50º aniversário da Apple?
Na série de leilões do 50º aniversário da Apple, houve vendas e lances altos, como um Apple-1 alcançando aproximadamente US$205.000 e um cartão de visita assinado por Steve Jobs cotado em torno de US$103.574; em uma etapa anterior, um cheque emitido em 1976 chegou a ser vendido por cerca de US$2,4 milhões.
Dimitri Lares