Terafab — o ambicioso plano de Elon Musk para produzir chips em larga escala tomou forma depois de tentativas frustradas de comprar fábricas prontas. Em vez de adquirir instalações da Micron, Intel e TSMC, o projeto mudou o foco para acordos com fornecedores, acelerando negociações e execução operacional com metas industriais claras.
Tentativas de compra e a virada para parcerias
Elon Musk chegou a buscar a compra de plantas industriais da Micron, Intel e TSMC como rota mais rápida para montar capacidade de produção. Essas ofertas não evoluíram e, após ser recusado, o caminho adotado foi o de criar a Terafab desde o início, apostando em alianças comerciais.
Hoje a Terafab trabalha com empresas que vão desde fabricantes de equipamentos até fornecedores de insumos, e já fechou acordos que incluem tecnologias de fabricação para o projeto.
"o valor da inteligência torna‑se exponencialmente maior. Porque agora ela pode fazer coisas. Pode ter um laboratório de ciências e conduzir experimentos."
Fornecedores, metas de produção e a ambição além da Terra
Os planos de Terafab preveem uma produção inicial de 100.000 wafers por mês antes de 2030, com a meta final de alcançar até 1 milhão de wafers/mês. O escopo técnico envolve parceiros como Lam Research e Applied Materials, além de fornecedores sul‑coreanos para processos e materiais — desde tubulações até químicos de limpeza e slurries de polimento.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Além da escala industrial para veículos autônomos e robôs humanoides, o projeto integra uma visão econômica mais ampla ligada a atividades espaciais, na qual capacidade manufatureira em grande escala é vista como habilitadora de novas economias fora da Terra.
O que você acha? Você concorda com a decisão de pivotar para parcerias em vez de adquirir fábricas prontas? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
O que é a Terafab e qual é a meta de produção anunciada?
Terafab é o projeto industrial de Elon Musk para fabricar semicondutores em grande escala; a meta inicial é produzir 100.000 wafers por mês antes de 2030 e, a longo prazo, escalar até 1 milhão de wafers por mês. O plano destina chips a veículos autônomos, robótica humanoide e outros sistemas ligados aos empreendimentos do executivo.
Por que a Terafab passou de tentativa de compra para parcerias?
A Terafab começou com tentativas de compra de plantas da Micron, Intel e TSMC, mas essas propostas não avançaram; após ter sido recusada na tentativa de aquisição, a estratégia foi transformada em um modelo de parcerias e construção própria. Intel, por exemplo, figura hoje entre as empresas que aportarão tecnologia ao projeto, incluindo processos de manufatura.
Quais empresas e materiais estão envolvidos no fornecimento para a Terafab?
A Terafab tem trabalhado com fornecedores como Lam Research e Applied Materials, além de empresas sul‑coreanas que fornecem tubulação, slurries de polimento, produtos químicos de limpeza e outros materiais críticos da cadeia de suprimentos. Essa combinação de parceiros cobre equipamentos, materiais e serviços para montagem das linhas de produção.
Leticia Rodrigues