Meta — o grupo propôs o cabo submarino chamado Petal, uma rota de 7.000 km entre os Estados Unidos e a França que promete transformar a capacidade transatlântica de dados. A novidade não é só técnica: a escalada de largura de banda aumenta o potencial para serviços em nuvem e também reabre preocupações políticas sobre a segurança de cabos submarinos.
Capacidade que redefine rotas transoceânicas
O cabo Petal foi concebido para oferecer capacidade na ordem do petabit, o que significa cerca de 1.000 terabits por segundo — mais do que o dobro da capacidade das rotas transatlânticas mais rápidas em operação ou planejadas hoje.
Projetos recentes incluem um cabo previsto pela AWS com 320 Tbit/s entre EUA e Irlanda e outro entre Austrália e EUA de 400 Tbit/s; o Petal ultrapassa esses números ao mirar a escala petabit. A expectativa é que essa largura de banda amplie a conectividade direta entre grandes centros de dados e reduza latência para serviços globais.
O projeto prevê um cabo de 7.000 km entre EUA e França com capacidade na ordem do petabit, mais do que o dobro das rotas transoceânicas atuais.
Quem participa e quais são os próximos passos
O consórcio por trás do Petal reúne a Meta com as fabricantes NEC e Sumitomo Electric Industries, enquanto a operadora Orange coordenará o desembarque do cabo na costa francesa. A combinação reúne expertise em equipamentos de transmissão e logística de aterramento costeiro.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Além da construção física do cabo, a implantação exigirá mapeamento de rotas, autorização para desembarque e integração com pontos de presença em ambas as margens do Atlântico. A tendência global de ampliação de rotas submarinas alimenta tanto investimentos quanto escrutínio regulatório.
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Perguntas Frequentes
O que é o cabo Petal da Meta e quais rotas ele vai ligar?
O cabo Petal da Meta será uma ligação submarina de 7.000 km entre os Estados Unidos e a França, projetada para entregar capacidade na ordem do petabit por segundo. A rota visa ampliar conectividade transatlântica para centros de dados e reduzir latência, superando em muito a largura de banda de cabos atuais.
Quais empresas estão envolvidas no projeto Petal e qual o papel de cada uma?
O projeto Petal envolve a Meta em parceria com NEC e Sumitomo Electric Industries, enquanto a operadora Orange coordenará o desembarque do cabo na costa francesa. NEC e Sumitomo trazem equipamentos e know‑how em cabos e amplificação óptica; Orange cuidará da integração e pontos de aterramento na França.
Como o Petal se compara a outros cabos recentes e por que há preocupação de legisladores?
O Petal, com capacidade na ordem do petabit (≈1.000 Tbit/s), supera projetos recentes como o plano da AWS de 320 Tbit/s entre EUA e Irlanda e um projeto Austrália–EUA de 400 Tbit/s. Esse salto de capacidade motiva aumentos de tráfego e, simultaneamente, gera preocupação entre legisladores sobre riscos à segurança de infraestrutura crítica e incidentes envolvendo cabos submarinos.
Dimitri Lares