Siga o Diário da Mídia no Google Clique em Seguir e não perca nenhuma novidade. Seguir Séries e Filmes

Wildwood: bilheteria de US$12,2 mi acende alerta para o stop‑motion

Resumo

O filme "Wildwood", da Laika, abriu com US$12,2 milhões em 2.942 salas nos EUA, cerca de um décimo do custo reportado de US$100 milhões. Com A CinemaScore e 99% no Rotten Tomatoes, o longa soma US$25 milhões domésticos e US$35 milhões globalmente, mas a faixa de orçamento e o fechamento de outros estúdios levantam preocupação sobre a sobrevivência do stop‑motion.

Publicidade
Wildwood: bilheteria de US$12,2 mi acende alerta para o stop‑motion
Foto: Divulgação
Pergunte à IA sobre isto:

Wildwood — a nova produção da Laika estreou em milhares de salas, mas os números iniciais transformaram a vitória criativa em um sinal de alerta financeiro para um estúdio que carrega a maior parte do lastro do stop‑motion nos EUA.

Bilheteria técnica: números frios, prestígio alto

“Wildwood” abriu com US$12,2 milhões no fim de semana de estreia, exibido em 2.942 salas; esse valor cobre aproximadamente um décimo do orçamento reportado de US$100 milhões. No segundo fim de semana, o filme faturou mais US$7,5 milhões, chegando a US$25 milhões domésticos e US$35 milhões no total mundial.

Publicidade

O longa recebeu A CinemaScore e 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, e foi lançado com classificação PG‑13 e 131 minutos de duração. Apesar do apreço da crítica, a relação entre custo e arrecadação acende a discussão sobre sustentabilidade financeira da técnica.

“Nós tentamos manter a forma de arte viva por mais de 20 anos”, disse Travis Knight, acrescentando que “a arte precisa de defesa. Precisa de campeões. Ela veste sua humanidade abertamente. Merece continuar viva.”

Por que uma indicação ao Oscar pode fazer diferença

Uma indicação importante no Oscar daria visibilidade e um possível impulso comercial para "Wildwood" e para a própria Laika. A Laika já obteve cinco indicações ao Oscar de melhor animação em cinco tentativas, o que reforça seu prestígio dentro da indústria.

Indicações fora da categoria de animação são raras: apenas três animações já foram nomeadas a melhor filme, com "Toy Story 3" sendo a mais recente há 15 anos. Numa temporada marcada por debates sobre IA e formas de produção, o reconhecimento da Academia poderia funcionar como defesa simbólica da produção manual.

Publicidade

O que você acha? Você acredita que uma indicação ao Oscar pode ajudar a preservar o stop‑motion nos EUA? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Foto: Divulgação

Deixe seu Like

0 reagiram

Perguntas Frequentes

Como "Wildwood" se saiu na bilheteria de estreia e quais são os números oficiais até agora?

"Wildwood" abriu com US$12,2 milhões em sua estreia, exibido em 2.942 salas, o que foi descrito como cerca de 10% do orçamento reportado de US$100 milhões. No segundo fim de semana arrecadou US$7,5 milhões, totalizando US$25 milhões domésticos e US$35 milhões globalmente; também registrou A CinemaScore e 99% no Rotten Tomatoes.

Quais são as chances de "Wildwood" e da Laika no Oscar e por que isso importa?

Laika e "Wildwood" podem se beneficiar de uma campanha ao Oscar porque a empresa já soma cinco indicações ao prêmio de melhor animação em cinco tentativas. Uma indicação de peso, especialmente fora da categoria de animação, aumentaria a visibilidade do filme e poderia melhorar a trajetória comercial num mercado reflexivo sobre o valor do trabalho manual.

Publicidade

O que o desempenho de "Wildwood" revela sobre o estado do stop‑motion nos EUA?

Laika e "Wildwood" expõem uma tensão financeira do stop‑motion: o fechamento do Tippett Studio e o fato de Laika ser hoje o único estúdio americano investindo cifras na casa dos nove dígitos mostram que a técnica depende de poucos apoiadores. A Laika conta com o respaldo financeiro da família Knight; seu filme anterior, "Missing Link", faturou US$17 milhões domésticos em 2019 e o estúdio levou sete anos para concluir o atual projeto.

Publicidade
Compartilhar:
POR Dimitri Lares
Dimitri Lares

Redação e cobertura geral | Dimitri Lares atua na redação do Diário da Mídia, produzindo notícias e conteúdos informativos sobre atualidades, acontecimentos do dia a dia e temas de interesse geral. Seu foco é a produção de textos claros, diretos e atualizados.

Talvez Você Goste