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Zuenir Ventura morre aos 95 anos, autor de "O Ano que Não Terminou"

Resumo

Zuenir Ventura, jornalista e imortal da Academia Brasileira de Letras, morreu em 22 de setembro aos 95 anos. Nascido em Além Paraíba (MG) em 1931, teve passagem por veículos como Tribuna da Imprensa, O Globo, Jornal do Brasil, Veja e IstoÉ. Foi eleito para a Cadeira n.º 32 da ABL em 30 de outubro de 2014, autor de "O Ano que Não Terminou" e vencedor do Prêmio Jabuti por "Cidade Partida".

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Zuenir Ventura morre aos 95 anos, autor de "O Ano que Não Terminou"
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Zuenir Ventura — a imprensa brasileira perde uma voz que transformou episódios políticos e sociais em reportagens e livros; a Academia Brasileira de Letras confirmou o óbito em 22 de setembro, aos 95 anos, sem divulgar a causa do falecimento. A carreira de Ventura atravessou redações centrais do país e deixou obras que ainda orientam leituras sobre 1968 e a ditadura.

Carreira nas redações e obra-reportagem

Zuenir Ventura nasceu em Além Paraíba, Minas Gerais, em 1931, e consolidou trajetória que passou por Tribuna da Imprensa, Correio da Manhã, O Cruzeiro, Visão, Veja, IstoÉ, Jornal do Brasil e O Globo. Em cada redação, combinou apuração de campo com narrativa literária, formato que se tornou sua marca.

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Em 1968 ele publicou o livro "O Ano que Não Terminou", uma das obras que revisitavam o período de repressão e os movimentos estudantis. O título é frequentemente citado como referência para entender a relação entre jornalismo e história naquele momento.

Reconhecido por transformar grandes acontecimentos políticos e sociais em livros-reportagem, Zuenir consolidou posição de destaque na imprensa brasileira e na memória literária do jornalismo.

Reconhecimento público e legado institucional

Em 30 de outubro de 2014, Zuenir Ventura foi eleito sétimo ocupante da Cadeira n.º 32 da Academia Brasileira de Letras, na sucessão de Ariano Suassuna. A eleição na ABL formalizou um reconhecimento institucional à carreira marcada por reportagens longas e livros de não ficção.

Além de "O Ano que Não Terminou", Ventura recebeu o Prêmio Jabuti por "Cidade Partida", entre outros reconhecimentos que atestam sua influência na cobertura de temas sociais e políticos. Sua obra permanece como referência para pesquisadores e estudantes de jornalismo.

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O que você acha? Você considera que a obra de Zuenir Ventura ainda orienta a cobertura de temas políticos hoje? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

Quando Zuenir Ventura foi eleito para a Academia Brasileira de Letras e qual cadeira ocupou?

Zuenir Ventura foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 30 de outubro de 2014, como sétimo ocupante da Cadeira n.º 32. A eleição marcou sua sucessão à cadeira deixada por Ariano Suassuna e formalizou sua passagem do jornalismo ativo para o corpo institucional da literatura e das letras no país.

Quais são os livros e prêmios mais lembrados na carreira de Zuenir Ventura?

Zuenir Ventura é lembrado pelo livro "O Ano que Não Terminou", publicado em 1968, que revisita o turbulento ano marcado por repressão e movimentos estudantis. Ele também recebeu o Prêmio Jabuti por "Cidade Partida", reconhecimento que destaca seu trabalho como repórter-escritor.

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Onde Zuenir Ventura trabalhou ao longo da carreira e qual sua origem?

Zuenir Ventura teve passagem por veículos como Tribuna da Imprensa, Correio da Manhã, O Cruzeiro, Visão, Veja, IstoÉ, Jornal do Brasil e O Globo. Nascido em Além Paraíba, Minas Gerais, em 1931, ele construiu trajetória extensa em redações nacionais antes de ingressar na ABL.

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POR Thiago Nogueira
Thiago Nogueira

Redação e cobertura geral | Thiago Nogueira faz parte da equipe de redação do Diário da Mídia, cobrindo atualidades, cultura pop e temas de interesse geral. Produz matérias informativas com linguagem acessível e direta.

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