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MC Pipokinha: MP recorre para elevar indenização a R$ 1,4 milhão

MC Pipokinha — o Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul recorreu da decisão que estabeleceu indenização de R$ 162,1 mil e pede que o...

MC Pipokinha: MP recorre para elevar indenização a R$ 1,4 milhão
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MC Pipokinha — o Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul recorreu da decisão que estabeleceu indenização de R$ 162,1 mil e pede que o montante seja majorado para R$ 1,4 milhão, com destino ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA) de Corumbá.

  • Flash resumo: MPMS alega que R$ 162,1 mil não reflete a gravidade do caso e pediu indenização solidária de R$ 1,4 milhão.

O recurso e o valor pleiteado

O recurso do Ministério Público busca transformar a condenação atual em um pagamento solidário entre os réus e elevar o valor destinado ao FMDCA de Corumbá para R$ 1,4 milhão. A quantia solicitada tem caráter coletivo, segundo o pedido, para reparar danos morais que atingiram a comunidade.

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No primeiro julgamento a reparação pecuniária foi fixada em R$ 162,1 mil, valor que o Ministério Público considera insuficiente diante do impacto público da apresentação.

“Em razão de a sentença ter fixado a reparação em patamar inferior (R$ 162,1 mil), o Ministério Público já está recorrendo para majorar o montante, por entender que o valor arbitrado não reflete adequadamente a gravidade e o impacto coletivo das condutas”

O episódio, a responsabilização e o contexto

A apresentação ocorreu em 16 de fevereiro de 2023 em um trio elétrico, em espaço aberto com ampla visibilidade, e foi registrada em imagens que, segundo a Justiça, mostram a artista parcialmente despida enquanto dançarinos simulavam atos sexuais.

O episódio expôs o conteúdo a transeuntes e a uma escola próxima durante o horário de aulas. O juiz Maurício Cleber Miglioranzi Santos entendeu que a liberdade artística foi ultrapassada no caso concreto e ressaltou o risco à exposição de adolescentes.

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Além do processo, o histórico público da cantora inclui músicas com letras ousadas e episódios que geraram polêmica, como suspensões em redes sociais e cancelamentos de shows; a carreira também envolve venda de conteúdo adulto em plataformas privadas.

O que você acha? Você acha que a Justiça deve manter R$ 162,1 mil ou aceitar a majorização para R$ 1,4 milhão em nome do FMDCA? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

Por que o Ministério Público quer R$ 1,4 milhão contra MC Pipokinha e outros réus?

MC Pipokinha e outras quatro pessoas foram alvo do recurso porque o Ministério Público do MS alega que a indenização fixada em R$ 162,1 mil é insuficiente para reparar o dano moral coletivo causado pela apresentação em Corumbá. O pedido de R$ 1,4 milhão destina-se ao FMDCA local.

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Quanto foi fixado inicialmente pela Justiça no processo envolvendo MC Pipokinha?

MC Pipokinha teve a reparação inicialmente fixada em R$ 162,1 mil pela sentença de primeira instância. Esse valor foi considerado insuficiente pelo Ministério Público, que já interpôs recurso para majorar o montante a R$ 1,4 milhão como reparação coletiva.

O que ocorreu no show de 16 de fevereiro de 2023 que motivou a ação?

MC Pipokinha, em apresentação realizada em 16 de fevereiro de 2023 em trio elétrico, foi registrada parcialmente despida e com dançarinos simulando contatos de cunho sexual. A exibição ocorreu em espaço público com visibilidade para transeuntes e para uma escola próxima durante o horário de aulas.

Quem seria beneficiado se o recurso do MP for aceito para R$ 1,4 milhão?

MC Pipokinha teria a condenação revertida, em parte, para beneficiar o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA) de Corumbá, caso o pleito de R$ 1,4 milhão seja acolhido; o pedido prevê a reparação de danos morais coletivos em favor dessa entidade municipal.

O que a Justiça disse sobre a responsabilidade dos organizadores do evento envolvendo MC Pipokinha?

MC Pipokinha teve a apresentação avaliada pela Justiça como previsível diante do conteúdo conhecido da artista, e o juiz Maurício Cleber Miglioranzi Santos destacou que os organizadores tinham o dever de adotar medidas preventivas e fiscalizatórias para evitar a exposição de público infantojuvenil.

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POR Dimitri Lares
Dimitri Lares

Redação e cobertura geral | Dimitri Lares atua na redação do Diário da Mídia, produzindo notícias e conteúdos informativos sobre atualidades, acontecimentos do dia a dia e temas de interesse geral. Seu foco é a produção de textos claros, diretos e atualizados.

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