Stellantis — a planta do Parque Industrial de Ferreyra, em Córdoba, virou marco industrial ao chegar a 1.500.000 veículos produzidos, um salto que combina expansão de linha e investimentos para motores e exportação. A mudança tem impacto direto na produção regional e na cadeia de fornecedores locais.
Investimento e novos modelos aceleram a operação
A fábrica recebeu aporte de US$ 385 milhões destinado a ampliar linhas e a produzir motores em larga escala. Com esse aporte, Ferreyra já iniciou a fabricação do Fiat Titano e da Ram Dakota, ampliando o portfólio de picapes montadas na unidade.
Além das picapes, a planta segue produzindo o Fiat Cronos, um modelo de grande sucesso na região, enquanto se prepara para iniciar em 2027 a produção do motor diesel Multijet 2.2, tanto para veículos locais quanto para exportação.
A planta de Ferreyra alcançou 1.500.000 unidades produzidas e recebeu investimento de US$ 385 milhões, iniciando a produção do Fiat Titano e da Ram Dakota enquanto projeta a fabricação do motor Multijet 2.2 em 2027.
Trajetória, capacidade e papel regional
A história industrial em Ferreyra começou em 1996, com a fábrica inaugurada em 20 de dezembro daquele ano após investimento inicial de US$ 600 milhões. O início de produção contemplou os modelos Fiat Palio e Fiat Siena e, até o final da década de 1990, a capacidade alcançou cerca de 120.000 veículos por ano.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Ao longo das décadas houve novas rodadas de investimentos: US$ 80 milhões em 2007 para elevar capacidade, US$ 110 milhões em 2012 para incorporar plataformas e US$ 500 milhões em 2017 voltados ao desenvolvimento industrial do Fiat Cronos. Desde 2018 o Cronos é produzido exclusivamente em Ferreyra e ultrapassou 500 mil unidades fabricadas.
O complexo também enfrentou ajustes: a produção de picapes chegou a ser reduzida diante da baixa demanda em determinados períodos, mas a entrada do Titano e da Ram Dakota sinaliza uma retomada e reorientação da linha. Milhões de horas de trabalho, milhares de funcionários e uma extensa rede de fornecedores ajudaram a consolidar Ferreyra como símbolo da capacidade industrial argentina.
O que você acha? Você considera que a ampliação em Ferreyra vai fortalecer a cadeia automotiva da região? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Quando a Stellantis começou a produzir no Parque Industrial de Ferreyra e quais foram os primeiros modelos?
A Stellantis iniciou a operação em Ferreyra com a inauguração da fábrica em 20 de dezembro de 1996, após investimento inicial de US$ 600 milhões. A produção começou com os modelos Fiat Palio e Fiat Siena, e a planta atingiu capacidade de aproximadamente 120.000 veículos por ano no final da década de 1990.
Quais foram os investimentos recentes na planta de Ferreyra e o que eles viabilizaram?
A Stellantis destinou US$ 385 milhões recentemente à planta de Ferreyra, viabilizando a produção do Fiat Titano e da Ram Dakota e a preparação para fabricar o motor diesel Multijet 2.2 em 2027. O aporte faz parte de uma sequência de investimentos anteriores, incluindo US$ 500 milhões em 2017 para o desenvolvimento do Fiat Cronos.
Quantos veículos a planta já produziu e qual é a importância do Fiat Cronos nessa marca?
A planta de Ferreyra chegou à marca de 1.500.000 veículos produzidos desde a sua abertura. O Fiat Cronos, produzido exclusivamente na unidade argentina desde 2018, já ultrapassou 500.000 unidades, sendo um dos pilares da produção regional e contribuindo de forma decisiva para o volume total da fábrica.
Rafael Menezes