Tainá Militão — A influenciadora voltou a chamar atenção para uma fase pouco debatida da maternidade ao relatar cólicas fortes nos dias seguintes ao parto de Gabriel, nascido no último fim de semana em Madri. O relato coloca em evidência como o corpo da mulher continua em transição após o nascimento, com sintomas que podem lembrar contrações do trabalho de parto.
Por que as cólicas pós-parto podem ser tão intensas
O fenômeno conhecido como cólica pós-parto está ligado à involução uterina: o útero inicia um processo de contração para reduzir seu tamanho depois da gestação. Em muitos casos, essa contração é suficiente para provocar desconforto que algumas mulheres descrevem como semelhantes às dores do trabalho de parto.
No relato de Tainá Militão, a sensação foi mais intensa do que nas gestações anteriores; ela observou que não se lembrava de dores tão fortes após os dois primeiros filhos. Além das cólicas, ela também mencionou inchaço e cansaço nos dias seguintes ao nascimento de Gabriel.
"Durante a gravidez, o útero aumenta muito de tamanho para acomodar o bebê. Depois do nascimento, ele precisa iniciar um processo de contração para voltar progressivamente às suas dimensões anteriores. Por isso, é possível que a mulher sinta cólicas nos primeiros dias do puerpério. Algumas descrevem exatamente como pequenas contrações de parto, porque o mecanismo envolve a contração da musculatura uterina."
Amamentação, intensidade da dor e sinais de alerta
A amamentação pode aumentar a percepção das cólicas porque a sucção estimula a liberação de ocitocina, hormônio que facilita tanto a ejeção do leite quanto as contrações uterinas. É comum que a dor seja percebida no momento da mamada, especialmente nos primeiros dias após o parto.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Apesar de frequente, nem toda dor pós-parto é normal. Intensidade crescente, febre, mal-estar generalizado, sangramento excessivo ou secreção com odor desagradável são sinais que exigem avaliação médica imediata para descartar complicações no puerpério.
O que você acha? Você acha que essas dores pós-parto recebem atenção suficiente na maternidade? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Por que Tainá Militão está sentindo cólicas tão parecidas com contrações após o parto de Gabriel?
Tainá Militão vem sentindo cólicas após o nascimento de Gabriel em Madri porque a involução uterina faz o útero contrair-se para voltar ao tamanho pré-gestacional. O ginecologista Dr. Paulo Noronha explica que esse mecanismo pode provocar dores que algumas mulheres descrevem como pequenas contrações do trabalho de parto, especialmente nos primeiros dias do puerpério.
É normal que as cólicas pós-parto sejam mais intensas após o terceiro filho, como relatou Tainá Militão?
As cólicas podem ser mais intensas em gestações subsequentes; no caso de Tainá Militão, o relato sobre o terceiro filho confirma que mulheres que já passaram por distensão uterina prévia podem perceber maior desconforto. O obstetra Dr. Paulo Noronha aponta que a experiência costuma variar entre a primeira e as gestações seguintes.
Quando a dor pós-parto, como a relatada por Tainá Militão, exige procurar atendimento médico?
Tainá Militão e qualquer mãe devem procurar atendimento se a dor pós-parto aumentar progressivamente ou vier acompanhada de febre, mal-estar importante, sangramento excessivo ou secreção com odor. Esses sinais indicam risco de complicações e precisam de avaliação por equipe médica para investigação e tratamento adequados.
Marcos Antonio