20/05/2018 - 05:48

A Policia virou caso de Policia. Socorro!!!

Manoel Afonso
INFLAÇÃO  O eleitor pode até não perceber mas ela existe também nas campanhas eleitorais. Tenho ouvido notícias interessantes sobre a relação entre vereadores e candidatos.  Ignorando a tal lealdade partidária e outros aspectos locais,  vereador de cidade pequena está pedindo R$30 mil para atuar como cabo eleitoral. O candidato fica em dúvida; se pagar adiantado não há garantia do trabalho e lealdade do vereador; se não fechar o ‘negócio’, pode perder votos para a concorrência. Imagine o papo entre o candidato e vereador. É melhor tapar o nariz.  

O PALADINO  Em março de 2004 o então ministro de Casa Civil, José Dirceu (PT),  disse: “Eu sei que todos que estão nesta convenção sabem que nós estamos mudando o Brasil. Primeiro porque acabou a corrupção no governo do Brasil...( )”.  Agora o TRF da 4ª. Região rejeitou seu recurso contra a sentença do juiz Sergio Moro que o condenou a 30 anos e 9 meses de reclusão. Fará companhia aos companheiros do PT ‘hospedados’ na ‘pensão’  em Curitiba’.  

RECORDAR é viver. “Nós criamos um partido para ser diferente de tudo o que existia. Esse partido nasceu para provar que é possível fazer política de forma mais digna, fazer política com ‘P’ maiúsculo” – discurso de Lula em maio de 2014.  “Até quando vamos fingir acreditar na autoproclamação  do “homem mais honesto do país”, enquanto os presentes, os sítios, os apartamentos e até o prédio do Instituto Lula são atribuídos a dona Marisa?” ( trecho da carta do ex-ministro Palocci pedindo a desfiliação do PT) 

DOIS ANOS... O tempo passa!  Em 11 de maio de 2016 foi cassado do mandato do ex-senador Delcídio do Amaral (PT). No dia 17 seguinte o suplente Pedro Chaves (PRTB) assumiu e faz bonito: relator da Reforma do Ensino Médio; protagonista do empréstimo no BID para implantar o projeto, relator do Projeto da Ponte Bioceânica  do rio Paraguai em Porto Murtinho, responsável pela viabilização econômica  do Projeto Reviva Centro na capital, relator da Reforma do Código Comercial e da Lei do Pantanal, além de defender a implantação da Zona Livre em cidades fronteiriças. Ainda viabilizou recursos superiores a R$93 milhões para áreas diversas dos municípios do MS. 

PLACAS ZERO  Será que é tão difícil e caro identificar as ruas com placas? Em cidades paulistas as prefeituras recorrem aos patrocínio comercial que oferece retorno financeiro aos patrocinadores pela visibilidade proporcionada. Aqui em Campo Grande, os últimos prefeitos não deram importância ao problema e nem os vereadores abraçaram a causa. Vergonhoso cobrar um ato administrativo tão elementar. Francamente...

DR. ODILON  O candidato ao governo pelo PDT parece ter convencido a todos de que veio para ficar. Evidente que enfrenta um mar de dificuldades – a começar pela pouca estrutura partidária financeira. Os adversários atentos - não perdoam qualquer deslize  dele como a referência à Ditadura Militar.  Mas é preciso  ser levado em conta o alto índice de eleitores que não se manifestaram nas pesquisas. Elas seriam idôneas ou adotariam o critério PG – pagou ganhou?



PRA PENSAR...Um major e dois tenentes-coronéis entre os 20 militares presos pelo Gaeco e a Corregoria da Polícia Militar. O que estarão pensando os subordinados destes colegas graduados que deveriam dar bom exemplo? O que estará pensando a população destas cidades comandadas pelos ‘ilustres’ oficiais. Fica a dúvida natural: eles seriam capazes apenas de facilitar o crime do contrabando de cigarros ou  ‘algo mais’? A Policia virou caso de Policia, socorro!!! E pra quem? O Chapolim Colorado agora só na TV a cabo.  



DECIDE?  Com 37% do eleitorado do MS, Campo Grande atrai os políticos. Em tese o seu prefeito capitaliza  cacife eleitoral  para  até decidir a sucessão estadual.  Assediado, o prefeito Marcos Trad  (PSD) tem sido um contorcionista. Ele é sabido – sabe qual é o caminho para chegar ao Parque dos Poderes. Age como o seu pai (ex-deputado Nelson Trad (PTB), que não  se revoltou  em público quando o ex-governador Pedro Pedrossian o sacaneou naquela campanha para prefeito da capital.  Marquinhos também assimilou discretamente  como deputado - as sacanagens do ex-governador Puccinelli. 


“Ninguém vai queimar um pneuzinho no asfalto pro Zé Dirceu?” ( na internet)
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